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CHANGE | Ideal para você, seguro para seu negócio.
segunda-feira, 15 de agosto de 2016

O Change é um modelo de negócio único, completo e inovador, que conta com todo o suporte e segurança que a Agrex pode oferecer. Simplifique sua forma de negociar e garanta os melhores resultados, do plantio à colheita.

ENTENDA COMO O MODELO CHANGE É O MELHOR PARA VOCÊ E SUA  LAVOURA.

Tradição e Segurança

Sua lavoura contará com a tradição da Agrex de mais de 20 anos de mercado e com a segurança financeira do Grupo Mitsubishi Corporation.

Resultado Certo

O preço pago pela sua produção (soja ou milho) é fechado de acordo com os preços de mercado do dia e você fica sabendo na hora o volume de grãos a ser entregue para quitar toda a sua compra de insumos. A partir do fechamento do CHANGE, você estará resguardado das oscilações de mercado, (Dólar e Bolsa de Chicago) que possam ocorrer após o fechamento do negócio.

Portfólio Completo

A Agrex dá suporte em todas as etapas da produção, do plantio à colheita, fornecendo fertilizantes, sementes e agroquímicos de qualidade, independente do tamanho de sua lavoura.

Parceria de Sucesso

Com suporte técnico adequado e insumos de qualidade, suas chances de ter uma lavoura mais produtiva aumentam, possibilitando a negociação do excedente de sua produção junto à Agrex para que você possa colher ainda mais resultados.

Agora que você já está por dentro desse modelo, escolha a solução mais adequada e segura para o seu negócio. Escolha a parceria com a Agrex do Brasil. Escolha o Change.

Agrex conquista novamente prêmio Great Place to Work
quinta-feira, 10 de setembro de 2015

A Agrex está na lista Great Place to Work 2015. Estar nessa lista é mais do que ser uma das melhores empresas para se trabalhar no Brasil. É ter a dedicação de uma equipe reconhecida. É graças aos nossos colaboradores, que acreditam na empresa, ajudando a realizar sonhos e superar dificuldades, que a gente constrói e colhe resultados..

O Great Place to Work é uma empresa de pesquisa internacional que auxilia na identificação, criação e manutenção de excelentes ambientes de trabalho, desenvolvendo a cultura de confiança nesse ambiente. Anualmente a instituição reúne um seleto grupo de companhias para receber essa certificação. Outras grandes empresas do mercado nacional também foram selecionados.

Receber o certificado Great Place to Work é o reconhecimento da filosofia de que juntos a gente planta e cresce. Por isso, sabemos que investir em gente é a fórmula do sucesso.

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Clipping: Agrex entre as melhores empresas para se trabalhar no mundo
sexta-feira, 26 de junho de 2015

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Clipping: O futuro sobre trilhos em Porto Nacional
terça-feira, 26 de maio de 2015

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Clipping: Transbordo ferroviário de grãos no TO já movimenta mais de 80 mil toneladas
segunda-feira, 27 de abril de 2015

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Clipping: Norte-Sul atrai empresas e movimenta economia
quinta-feira, 2 de abril de 2015

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Clipping: Tocantins atrai grandes empresas ao pátio multimodal da Ferrovia Norte-Sul
quinta-feira, 2 de abril de 2015

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Clipping: Norte Sul atrai empresas e movimenta economia no TO
quinta-feira, 2 de abril de 2015

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Clipping: Feira apresenta técnicas para aumento da produção
quinta-feira, 2 de abril de 2015

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Clipping: Alta do dólar favorece exportadores de soja
segunda-feira, 16 de março de 2015

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Clipping: VBP deve crescer 4% em 2015
quarta-feira, 11 de março de 2015

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Clipping: Em “cenário nebuloso”, custos da soja para próxima safra superam preços de paridade
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

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Matéria publicada dia 20/02/2015, no Portal do Jornal O Hoje

Clipping: Agrex faz aporte em estação de transbordo em Tocantins
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

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Matéria publicada dia 04/02/2015, no portal de notícias Valor Econômico

Clipping: Agrex do Brasil conta com a expertise da Red&White em SAP para otimizar seus processos contábeis e fiscais
terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

m2_princ_clip_20150127090315e4L69LFuWCom 51 unidades em todo o Brasil, multinacional do setor de agronegócios aposta na qualificada equipe de especialistas da companhia goiana para garantir melhorias evolutivas e corretivas na administração da empresa

O acordo foi firmado em outubro de 2014 e o projeto, de valor não divulgado, deverá estar concluído ainda nos próximos meses, contemplando as 51 unidades que a companhia possui no país.

Segundo a Agrex, a tecnologia atuará em duas frentes. A primeira é a automatização da geração do cálculo do “fair value” (valor estimado e justo) de contratos e estoques de commodities.

De acordo com a companhia, atualmente o cálculo destes contratos e produtos é feito manualmente, usando relatórios e planilhas, uma tarefa que consome tem e recursos das áreas de controladoria e trading.

Com a mudança para o módulo SAP, a expectativa é que este trabalho seja realizado em minutos.

A outra parte contemplada pelo ERP é a de melhorias nos processamentos dos contratos de compra e venda de grãos através do aprimoramento na interface do sistema BBPS, responsável pela gestão dos contratos.

A Red&White efetuará ajustes e melhorias na interface do sistema BBPS para garantir seu pleno funcionamento de forma integrada ao sistema de gestão SAP. Para isso, o processamento de todos os contratos de compra e venda serão totalmente automatizados, com dados em tempo real.

Ex-Ceagro, a Agrex foi adquirida pela Mitsubishi em 2013. Com sede em Goiás e presença nos estados do Mato Grosso, Tocantins, Piauí, Bahia e Minas Gerais, a empresa conta com cerca de 550 funcionários.

A companhia, que atua na produção e comercialização de grãos, estima que sua receita consolidada tenha alcançado R$ 1,5 bilhão no ciclo encerrado em 30 de junho, 25% acima da temporada anterior (R$ 1,2 bilhão).

A Red&White tem 150 funcionários e trabalha com tecnologias SAP, Oracle e IBM em projetos de sustentação e suporte AMS, consultoria mobile, ITSM e projetos de Business Intelligence.

Crédito da Imagem: Agrex do Brasil

 

Sobre a Red&White

Fundada em Goiânia em 2007, a Red&White Solutions possui experiência nos mais diversos segmentos de negócios com certificações de qualidade e parcerias mundiais com IBM, SAP e Oracle entre outras. A companhia é especializada em soluções gerenciais de TI oferecendo melhorias com uso da tecnologia.
A empresa integra o Grupo José Alves, sólido conglomerado empresarial do Centro-Oeste com mais de 50 anos no mercado e faturamento acima de R$ 1 bilhão. O Grupo é referência em tecnologia e agrega nove empresas, com mais de 3.500 colaboradores. Mais informações sobre a Red&White: www.rwit.com.br

 


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Matéria originalmente publicada em  27/01/2015 no portal de notícias Cana Online

Clipping: Expedição estima produção recorde
sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Com a expectativa de encontrar uma safra recorde em 2015, quando o Brasil deverá colher 93,9 milhões de toneladas de soja, aumento de 9% sobre a safra 2013/14, começa na próxima quinta-feira (29) a 12ª edição do Rally Safra 2015. A estimativa é de uma área plantada 5% superior sobre a safra passada, alcançando 31,7 milhões de hectares, segundo projeção pré-Rally da Agroconsult, organizadora da expedição.

A estimativa para o milho de primeira safra (verão) é de 29,2 milhões de toneladas, queda de 5% em relação à safra 2013/14, em uma área de 6,2 milhões de hectares – redução de 5% sobre a anterior. No Centro-Sul, a previsão é de uma queda mais acentuada, de 12%, se comparada com a safra passada.

Tanto para a soja como para o milho, o cenário é de contrastes. As lavouras vêm se desenvolvendo bem nos três estados da Região Sul, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Tocantins e estão sofrendo com a falta de chuvas em Goiás, Minas Gerais, Bahia, Piauí e Maranhão.

Ao contrário do ano passado, quando houve queda na produção do milho segunda safra, a estimativa este ano é um desempenho maior tanto em área plantada como em produção. A expectativa é de uma área de 9,7 milhões de hectares, 2,5% maior que a safra 2013/14. Já a produção deverá ser de 50 milhões de toneladas, um aumento de 3,7% sobre a safra anterior.

Com relação à rentabilidade do produtor, o cenário não deverá registrar os recordes das últimas safras. Depois de anos de preços muito bons, a estimativa é de uma redução significativa da margem dos produtores, com algumas regiões se aproximando do break even. O ânimo dos produtores e a confiança em investimentos estão menores, o que impacta todo o mercado e a cadeia produtiva.
Roteiro

Os técnicos do Rally da Safra 2015 voltaram a incluir a região Sul para a avaliação da produção de milho. A Equipe 1 será dedicada a percorrer polos de alta tecnologia de produção de milho verão entre os dias 29 de janeiro e 03 de fevereiro para analisar as lavouras em Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná.

Na sequência, as Equipes 2 e 3 avaliarão áreas de soja precoce entre os dias 02 e 10 de fevereiro, passando por Goiás, Mato Grosso, Paraná e Mato Grosso do Sul. Já as Equipes 4, 5, 6 e 7 visitarão lavouras de soja entre os dias 23 de fevereiro e 18 de março, no Mato Grosso, Tocantins, Pará, Maranhão, Piauí, Bahia, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Goiás.

Nesta edição, outras duas equipes avaliarão o milho safrinha entre os dias 24 de maio e 13 de junho, passando por Mato Grosso, Goiás, Mato Grosso do Sul e Paraná, complementando assim os dados levantados pela Equipe 1. A largada do Rally da Safra 2015 será no dia 29 de janeiro em Chapecó/SC.

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Matéria originalmente publicada dia 23/01/2015 no portal de notícias do O Hoje.

Estiagem já provoca estragos nas lavouras em Goiás
terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Captura de Tela 2015-01-20 às 14.38.29Se a previsão meteorológica para os próximos dias se confirmar, sem grandes volumes de chuvas, lavouras das principais regiões produtoras de grãos do Estado podem registrar quebra de até 20% na safra de soja.

O estresse hídrico ocorre em uma fase importante do desenvolvimento da oleaginosa e pode causar estragos maiores, já que a previsão de chuvas intensas é apenas para o próximo dia 22. Este é o segundo ano consecutivo que o veranico incomum para janeiro prejudica produtores.

Lavouras da Região Sudoeste, Sul e Entorno do Distrito Federal, principais regiões produtoras do Estado, são as que mais estão sofrendo com o veranico. Em plena fase de enchimento de grãos, existem localidades que não vêm chuva há 18 dias.


Estrago

O engenheiro agrônomo da Cooperativa Agroindustrial dos Produtores do Sudoeste Goiano (Comigo), Maurício Miguel, informa que, de forma geral, a região não sente uma boa chuva há cerca de dez dias. Para medir o estrago, conforme ele, é necessário avaliar a época de plantio do produtor, o tipo de solo, além da quantidade de água absorvida pelo solo.

“Tivemos dois veranicos em outubro e agora este de janeiro. Quem plantou muito cedo conseguiu recuperar”, diz. Entretanto, com o prolongamento do período da seca, a maioria iniciou plantio somente em novembro.

A combinação de altas temperaturas e baixa umidade compromete ainda mais a produtividade. Com umidade abaixo, de 32%, a planta não consegue realizar fotossíntese para desenvolver os grãos de soja dentro da vagem. Por outro lado, as altas temperaturas fazem com que as pancadas de chuvas que caem em algumas regiões evaporem logo quando tocam o solo, não beneficiando a planta.

Por isso, nestas circunstâncias, o tipo de solo é fundamental para o resultado final. Áreas mais argilosas, cujo solo consegue manter a terra úmida por um período maior, conseguem evitar por mais tempo os efeitos nocivos do veranico e estão registrando quedas menores.

O produtor rural de Mineiros Marco Antônio Oliveira Campos explica que na área onde seu solo é mais arenoso já sente perda de até 10% na produtividade. Embora não tenha calculado as perdas da área argilosa, afirma que a quebra foi menor. “Choveu hoje (ontem) aqui na minha área, mas tem regiões que a soja está morrendo”, diz o produtor.

Já o produtor de Rio Verde, Sudoeste do Estado, Sandro Henkes, calcula perda média de 15% nos 3 mil hectares plantados de soja. Ele explica que as chuvas estão espaçadas e, dentro da própria fazenda, existem diferenças significativas de volume de água incidente. “Aqui teve lugar que choveu e outro não nos últimos dias”, diz. Ele informa que as únicas áreas que sairão incólumes da estiagem serão as plantadas logo no início de outubro, após as primeiras chuvas. “Mas logo parou de chover, daí interrompemos o plantio e voltamos só 20 dias depois”, explica.

Meio ambiente e agroindústria.
terça-feira, 13 de janeiro de 2015

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“Nossas análises mostram que o Brasil já possui áreas agrícolas e pecuárias suficientes para absorver a maior expansão de produção agrícola do mundo nas próximas três décadas, sem precisar desmatar um hectare adicional de áreas naturais”, afirmou Bernardo Strassburg em matéria publicada no site do IIS. De acordo com o coordenador do estudo, a chave é um aumento de produtividade das áreas de pastagem. “Hoje utilizamos apenas um terço do potencial das nossas pastagem, e se passarmos a utilizar metade deste potencial, em 30 anos conseguiríamos aumentar em 50% a produção de carne e liberar 32 milhões de hectares para outros cultivos como a soja e florestas plantadas.”

Confira a matéria na íntegra clicando aqui > clipping_agrex_opopular_diario_da_manha

Safra 2014/2015 deverá ser superior a 200 milhões de toneladas
sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
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A produção de grãos no Brasil na safra 2014/2015 deverá ser de aproximadamente 202,18 milhões de toneladas. É o que revela o 4º levantamento de grãos divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) nesta sexta-feira (09.01). Segundo o documento, o volume é 4,5% superior à safra passada, o que representa 8,75 milhões de toneladas a mais do que o registrado anteriormente.A soja continua como destaque entre as culturas, com incremento na produção na ordem de 11,4%, o que equivale a um acréscimo de 9,79 milhões de toneladas, chegando a uma produção de 95,9 milhões de toneladas. Apesar do atraso do início das chuvas, o que afetou o começo do plantio, a lavoura está apresentando bom desenvolvimento.

Entretanto, as questões climáticas influenciaram de maneira negativa na produção do trigo, afetando a qualidade e produtividade do grão. Com isso, a produção estimada no início da safra em 7,6 milhões de toneladas caiu para 5,9 milhões. Já a expectativa para o milho é de uma pequena queda de 1,1%, deixando a produção próxima da estabilidade. Enquanto que na safra anterior foram colhidas 79,9 milhões de toneladas, para esta safra espera-se que a produção chegue a 79 milhões de t.

Área – O total de área destinada ao plantio de grãos também deve apresentar variação positiva, passando de 56,98 milhões para 57,8 milhões de hectares. A diferença representa uma alta de 1,3%, o que equivale a um acréscimo de aproximadamente 766 mil hectares.

A soja também apresenta destaque, com um crescimento de 4,8%, passando de 30,1 para 31,6 milhões de hectares. Com o cenário mais vantajoso no mercado, a área deste grão avançou sobre as demais culturas (milho e feijão 1ª safra), como também as pastagens degradadas.

A Conab fez a pesquisa entre os dias 14 e 20 de dezembro. Durante o estudo, foram levantadas informações de área plantada, produção estimada, produtividade média estimada, evolução do desenvolvimento das culturas, pacote tecnológico utilizado pelos produtores, evolução da colheita, entre outras variáveis. O trabalho ocorre em parceria da Conab com agrônomos, técnicos do IBGE, de cooperativas, secretarias de agricultura, órgãos de assistência técnica e extensão rural (oficiais e privados), agentes financeiros e revendedores de insumos, que subsidiam os técnicos da estatal com informações pertinentes aos levantamentos.

Fonte: Conab – Companhia Nacional de Abastecimento

Retenção de talentos – por Renata Câmara Carvalho
segunda-feira, 8 de dezembro de 2014
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Apesar do baixo desempenho econômico do Brasil, com a expectativa do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro de 2014 ficar em 0,2%, o mercado de trabalho segue aquecido. Com muitas ofertas de vagas, os profissionais tendem a mudar de emprego em busca de salários mais atraentes e de condições de trabalho que possibilitem melhor qualidade de vida. Nesse cenário favorável ao colaborador, fica difícil para as empresas conseguirem reter o profissional.

Mas até que ponto isso é positivo? Quando um colaborador já está desplugado da empresa, o pior caminho é tentar retê-lo. O importante é valorizar o profissional que corresponde às expectativas nele depositadas. É aí que entra o grande desafio das empresas: engajar os colaboradores.

As pessoas querem trabalhar com líderes inspiradores. O desafio apresentado a elas tem de ser coerente com suas habilidades e cargo. É fundamental que haja transparência e feedback constante. Hoje, o grande segredo não é mais reter talentos. As empresas precisam encontrar caminhos para encantar as pessoas.

Quais seriam esses caminhos para alcançar o encantamento? Primeiramente, as pessoas precisam se sentir pertencentes à empresa, participando das decisões, escolhas e definições que impactam o seu dia a dia. É essencial que os colaboradores tenham a exata noção do quanto o trabalho que desempenham é primordial para o alcance de bons resultados.

Contratar pessoas que possuam os mesmos valores da empresa é estratégico. Quem tem postura e princípios diferentes dos que a corporação aprecia não se adaptará. Outro ponto importante é a comunicação, que deve ser clara, franca e objetiva. O colaborador não pode ter dúvida sobre o que se espera da sua atuação. Com isso, o comprometimento dele certamente será muito maior, com resultados muito mais favoráveis.

Mas nada disso fará o menor sentido se não houver o reconhecimento do esforço desempenhado. A valorização precisa ser justa e atender às expectativas de empregador e empregado. A tendência é que nos próximos meses tenhamos uma diminuição na grande rotatividade de mão de obra que existe atualmente. Mudar de emprego e buscar novos desafios, para muitos, será uma opção apenas em casos excepcionais. Esse novo momento se deve principalmente a retração do mercado.

Segundo a Agência Reuters, o Brasil fechou 30.283 vagas formais de trabalho em outubro. Consequência da demissão maciça de trabalhadores na indústria, na construção civil, na agricultura e da menor contratação nas áreas de comércio e serviços. Nesse novo momento, com desaceleração dos postos de trabalho com carteira assinada, os trabalhadores precisarão refletir sobre a organização para a qual trabalha, para não tomar decisões impensadas que podem vir a afetar seu futuro profissional.

 RENATA CÂMARA CARVALHO é gerente de Gestão de Pessoas da Agrex Brasil.

O Popular

Produtores goianos estão entre os mais competitivos.
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

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A competitividade dos produtores rurais goianos é a oitava maior do País. Os dados estão no Índice de Competitividade do Agronegócio do Brasil, divulgado ontem pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

O ranking foi formulado a partir da análise de seis variáveis: infraestrutura para o transporte dos produtos, nível de educação do trabalhador rural, qualidade dos serviços de saúde, ambiente macroeconômico, grau de inovação e disponibilidade de mão de obra no Estado. Para a criação dos indicadores, foram utilizados dados de 2011.

Goiás tem o maior indicador de mercado de trabalho com a segunda menor taxa de desocupação do País. O Estado também aparece na segunda colocação no que diz respeito à produtividade do trabalhador rural, perdendo apenas para o Mato Grosso.

Goiás ficou na 9ª posição no ranking de disponibilidade de mão de obra rural. Em termos de qualificação da mão de obra disponível rural, o trabalhador goiano também ocupa a 9ª posição neste ranking.

Ranking

Os produtores rurais de São Paulo são os mais competitivos do País. Santa Catarina, Distrito Federal, Paraná e Rio Grande do Sul vieram em segundo lugar.

“O indicador de cada um desses Estados está muito próximo, por isso, não é possível precisar quem está melhor”, afirmou Marcelo Ávila, assessor técnico do Instituto CNA. No terceiro bloco, ficaram Minas Gerais, Espírito Santo, Goiás –na oitava posição – e Rio de Janeiro.

Infraestrutura e inovação precisam avançar

O estudo foi feito com base em dados oficiais do governo, como os fornecidos pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) mostra que, no que diz respeito à infraestrutura, Goiás aparece na 18ª posição no ranking da CNA. Pesou contra a baixa densidade ferroviária, a ausência de estação portuária e a quantidade de rodovias.

Goiás é o 12º estado mais inovador do País, segundo o estudo, com a 9ª posição no número de patentes. Sobre os investimentos em bolsas de estudos e em pesquisa a posição goiana cai para 16ª e 12ª, respectivamente.

O ambiente macroeconômico goiano ocupa a 12ª posição. Esta variável observa a dimensão do mercado interno, onde Goiás aparece na 6ª posição, o alcance do mercado interno (11ª), a variação do PIB do agronegócio (21ª) e a arrecadação de ICMS sobre o PIB (20ª).

Educação e saúde

Goiás é o sexto estado com o maior indicador de educação com o quinto maior nível de aprovação rural. Os três estados com os maiores indicadores de educação foram Santa Catarina, São Paulo e Paraná.

Com relação à saúde o ranking coloca Goiás na 10ª posição, com a 23ª taxa de mortalidade infantil e a nona taxa de expectativa de vida ao nascer. O Estado ocupa ainda a maior taxa de internações hospitalares.

Fonte: Jornal O Hoje

Um campo repleto de possibilidades.
quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

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Por Wanessa Rodrigues

Quando criança, a produtora rural Ambrosina Simão Machado não teve a oportunidade de frequentar uma escola. Não aprendeu a ler nem adquiriu a habilidade da escrita e, por isso, passou parte de sua vida sentindo-se inferior a outras pessoas. Mas, depois dos 50 anos de idade, sua história foi transformada. Mesmo sem ser alfabetizada, aceitou o desafio de participar do programa de Inclusão Digital Rural, promovido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) de Goiás em todo o Estado. Foi, então, que ela deu os primeiros passos para realizar um antigo sonho: escrever o próprio nome.

Ambrosina conhecia as letras, mas não sabia juntá-las. Assim, aprendeu a navegar pela internet por meio de uma cola feita pelo instrutor do curso, ministrado no Sindicato Rural de Anápolis, a 54 quilômetros de Goiânia. “Olhava no papel e batia a letra no computador”, conta. Três semanas após concluir o treinamento, veio a surpresa. A produtora rural chegou até o estabelecimento, chamou o professor em um canto e mostrou seu mais novo feito. Pegou um papel e, com letras trêmulas, características de quem ainda está em fase de aprendizado, escreveu o nome.

O simples ato de escrever o próprio nome mudou a vida da mulher já de cabelos brancos e que não abre mão de andar de pés descalços. Abriu portas para o novo e para experiências além de sua casa na zona rural, no conjunto de Chácaras Marie Madeleine, no distrito de Goialândia. Hoje, aos 58 anos, ela participa de todos os cursos que consegue e cultiva um novo sonho: frequentar uma escola e, quem sabe, até escrever um livro com sua história.

Assim como aconteceu com Ambrosina, o curso de Inclusão Digital Rural tem transformado a vida de outras pessoas que vivem no campo, a maioria delas com baixa escolaridade. Iniciado no Estado em 2009, o treinamento já teve 4.853 participantes em 151 municípios goianos (veja quadro), segundo dados do Senar Goiás. As solicitações de cursos são feitas por meio dos sindicatos rurais de cada município, de acordo com a demanda observada por mobilizadores.

Marcelo Penha Silva, coordenador do programa em Goiás, observa que o objetivo é oferecer, sem custo algum, o conhecimento necessário para que produtores rurais, trabalhadores rurais e famílias saibam utilizar o computador como ferramenta de gestão, pesquisa na internet, planilhas de controle e edição de texto para solicitação e comunicados. “E os resultados têm sido surpreendentes, pois mesmo quem nunca teve contato com o computador, aprende a usar a ferramenta como essencial para controle de gestão”, observa.

Para isso, o programa trabalha com três instrutores credenciados e que entendem a necessidade do público alvo. O curso, com duração de 16 horas (divididas em dois dias), tem foco em conhecimentos básicos de World, Excel e Internet. “O curso permite o contato com o mundo da tecnologia. E, por meio da vivência de operação do computador, os participantes conseguem melhoria na qualidade de vida, integração nas redes sociais, busca de informação e controle dos negócios”, diz Silva.

Aparato

O programa de Inclusão Digital do Senar Goiás conta com duas caixas (chamadas de cases) que contêm, cada uma, cinco computadores portáteis. Além disso, utiliza o ônibus do Senar Central, no qual estão instalados outros dez computadores em uma verdadeira sala de aula, com mesas e ar condicionado. A unidade móvel é utilizada pela regional de Goiás desde 2010.

Inovação

Para levar ainda mais conhecimento por meio do programa, segundo explica Silva, o Senar Goiás prepara inovações que devem ser implantadas em 2015. A ideia é adquirir mais quatro kits de computadores e oferecer aos participantes treinamentos em instalação e manutenção de hardware e software, elaboração de planilhas de controle, segurança monitorada.

Didática simples conquista produtores

Com uma didática simples, que envolve paciência e até bom humor, o estudante de Veterinária Rafael Bento, um dos três instrutores do programa de Inclusão Digital Rural, do Senar Goiás, leva conhecimento para famílias da zona rural de municípios de Goiás há mais de quatro anos. Pelo menos três mil pessoas em mais de 100 municípios já passaram por suas aulas. Com ele, todos esses alunos aprenderam a importância de ter acesso a novas tecnologias e de adquirir experiências que impactam na atividade rural.

O instrutor conta que cada um dos alunos tem necessidades e dificuldades diferentes. Mas, com paciência, assim como fez com Ambrosina quando ela entrou em sua sala de aula, ele consegue fazer com que todos aprendam o básico para conquistar seus objetivos. Bento relata que já teve aluno de 88 anos, além daqueles que nunca tocaram em computador ou que acreditavam que a tecnologia estava distante de suas realidades. Mesmo assim, ele garante que, em 40 minutos, todos estão digitando.

“Explico para todos que não é difícil, é apenas novo, assim como foi um dia com aparelhos de TV e celular. Causa surpresa, mas sempre digo que é um instrumento necessário para a melhor administração do negócio. É investimento”, observa o instrutor. Durante as aulas, Bento direciona o aprendizado de acordo com a necessidade de cada um e com as tarefas que são desenvolvidas no dia a dia. Quando não há acesso a internet, mesmo com o modem e roteador que ele carrega, o instrutor utiliza um programa off-line para ensinar.

Motivação para adquirir mais conhecimento

Não há uma pergunta sobre plantas que o aposentado José dos Santos Jasse, de 66 anos, não consiga responder. Ele consegue até mesmo ensinar profissionais que lidam com a atividades todos os dias. O aprendizado é fruto das pesquisas feitas por ele em livros de botânica e, há quatro anos, na internet. Jasse, como é conhecido, passou a utilizar a ferramenta com mais frequência depois que passou pelo curso de Inclusão Digital Rural do Senar Goiás, junto com a esposa Elizabete da Cunha Jasse, 62.

Dono da chácara Estância Galo Vermelho, a 12 quilômetros de Anápolis, Jasse cultiva em sua propriedade árvores nativas e frutíferas e medicinais de diferentes partes do país. É um campo vasto de conhecimento, que vai sendo apresentado por Jasse a cada passo dado no local. “Aqui estão angico, cajá-manga, jatobá e jambo”, diz seguido do relato científico de cada uma das árvores.

Jasse conta que o curso foi a oportunidade que ele teve de adquirir mais conhecimento por meio de pesquisas na internet. Antes disso, não tinha como saber, de forma tão fácil, as característica de cada árvore cultivada em sua propriedade. O aposentado recorria aos livros, mas como relata, o processo era demorado, pois passava horas até achar a página que ele tinha interesse. “Expandi meus horizontes”, diz.

Curso é trampolim para novas realizações

A participação no curso de Inclusão Digital, promovido pelo Senar de Goiás, tem sido um trampolim para outras realizações. Conforme observa o instrutor Rafael Bento, com o conhecimento básico das ferramentas de internet e edição de textos, os participantes do programa conseguem acessar sites correlatos ao segmento, como da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e Agência Goiana de Desenvolvimento Rural e Fundiário (Emater). Mais do que isso, procuram novo aprendizado inclusive por meio de cursos de empreendedorismo rural, incluindo os disponibilizados de forma gratuita pelo portal do Ensino à Distância (EaD).

O coordenador de ações e projetos do Senar Goiás, Fernando Veiga Domingues, ressalta que, na maior parte dos casos, quando o produtor rural ou trabalhador rural tem noções de internet, ele procura mais conhecimento por meio do Ead – o portal foi lançado pelo Senar Goiás em julho deste ano. Domingues declara que os produtores têm ainda mais facilidade de usar o Ead do que o próprio caderno. Além disso, que se interessam pelos cursos porque não precisam se deslocar de onde estão, basta se matricular, ter um computador e acesso à internet.

Domingues considera todo o aprendizado que envolve os programas de inclusão digital “fantástico”, pois trata-se de um processo onde o produtor rural perde o medo e descobre que é capaz e de resgatar a de auto-estima. “Nesse sentido, cada vez mais aperfeiçoa a forma de usar a internet. É o despertar de uma nova vida nas pessoas”, completa.

Fonte: Jornal O Hoje

Brasil é referência em agricultura familiar.
terça-feira, 2 de dezembro de 2014

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O Brasil é referência na América Latina no apoio à agricultura familiar, mas ainda tem muito que aprender na relação entre Estado e entes privados, como o agronegócio. A avaliação é de Mônica Rodrigues, oficial de Assuntos Econômicos da Comissão Econômica para a América Latina e Caribe (Cepal), da Organização das Nações Unidas (ONU).

Um dos produtos que o Brasil exporta é a imagem como o governo apoia a agricultura familiar. Isto é muito interessante de ver quando estamos em outros países. É o único país da América Latina que tem um ministério de desenvolvimento agropecuário focado nos pequenos produtores”, salientou, ontem, durante o 2º Fórum de Agricultura da América do Sul, em Foz do Iguaçu, no Paraná. “É um avanço e o Brasil é referência.”

Conforme Mônica Rodrigues, a América Latina tem experiências de alianças público-privadas que podem servir de exemplo para o Brasil. “Os recursos são limitados e o governo tem de eleger áreas para apoiar. Por isso, acho importante o tema da participação privada. Talvez essa seja uma das áreas em que o Brasil tem a aprender com países latinos. Por ser um País com muitos recursos, possivelmente há dependência de políticas públicas centralizadas pelo Estado”, alertou.

Acrescentou que, como vivemos uma democracia, “há espaço para o diálogo, na medida em que o governo escuta os entes privados, abre espaços para participação”. “Também temos de ver como os agentes privados ocupam ou não o espaço de participação. Não basta essa possibilidade. Necessitamos de uma iniciativa privada para que as experiências se desenvolvam.”

Como exemplo, Mônica usa encontros, na Costa Rica, no Chile e Equador, entre profissionais de tecnologias da informação e do setor agrícola. O governo proporciona o encontro e, a partir daí, trocam experiências e implementam iniciativas transversais. Conforme ela, são produzidas tecnologias específicas para o agronegócio, baseadas nas condições e necessidades locais. “São temas importantes para todas as cadeias produtivas, que necessitam articulação entre temas e que só precisavam sentar e conversar”, relata Mônica.

Explicou que, no Brasil, há o desenvolvimento de tecnologias, liderado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). “Ainda há muita participação do Estado.” Atualmente, pelo menos cinco milhões de famílias vivem da agricultura familiar e produzem a maioria dos alimentos consumidos no Brasil. O modelo de produção está em 84% dos estabelecimentos agropecuários e responde por aproximadamente 33% do valor total da produção do meio rural, de acordo com o último levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Dados do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) indicam que a agricultura familiar representa aproximadamente 25% da área de propriedades agropecuárias no Brasil. Na outra ponta, está o agronegócio, que, em 2013, representou 41% do total exportado pelo País.

Para o professor Antônio Márcio Buainain, do Instituto de Economia da Universidade de Campinas (Unicamp), com relação ao mercado internacional, o desenvolvimento do agronegócio depende da atuação direta do governo. “Não funciona se não tivermos infraestrutura adequada e uma política macroeconômica favorável. O Estado precisa atuar no front internacional, abrindo mercados e aplicando as regulamentações adequadas.

Fonte: Diário da Manhã

Confiança dos agricultores tem queda histórica.
quinta-feira, 27 de novembro de 2014

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O Índice de Confiança do Produtor Rural (ICPRural) e o Índice de Confiança do Produtor de Soja (ICPSoja) referentes a outubro, elaborados pelo AgroFEA, da Faculdade de Economia Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (FEARP) da USP, apresentaram queda em comparação aos índices divulgados nos mesmo período de 2013 e 2012.

Os índices ficaram em 60,3 e 60,7 pontos, respectivamente. Em relação a outubro do ano passado, as quedas foram de 33% e 47% e seguem abaixo do nível de confiança que é de 100 pontos.

O Relatório Executivo mostra que todos os subíndices que compõem tanto o ICPRural quanto o ICPSoja sofreram queda significativa em comparação com os períodos anteriores. No ICPRural, o subíndice Preço, que mede a expectativa dos produtores com relação aos preços de venda, teve a maior queda e fechou a rodada com baixa de 22% em comparação com julho, marcando 47,4 pontos.

No ICPSoja a queda foi ainda mais brusca, com baixa de 42% fechando com 35,2 pontos. A retomada da produção americana de soja foi apontada, pelos agricultores como principal fator para queda na confiança neste subíndice.

No ICPRural, o subíndice Insumo foi o que sofreu menor queda. De acordo com os coordenadores do estudo, embora o custo dos insumos esteja alto, o risco de queda na produção ao não utilizar defensivos e fertilizantes explica a utilização de insumos mesmo diminuindo a margem de lucro do produtor.

A situação foi semelhante com os produtores de soja, que indicaram queda de 8% no subíndice em comparação com julho deste ano e de 21,2% em comparação com outubro de 2013. “No caso da soja mesmo com o aumento nos custos de insumos e a queda nos preços de venda a maioria dos entrevistados aposta na melhora no curto prazo e não desistiu da cultura”, afirma Roberto Fava Scare, professor da FEARP e um dos coordenadores do índice. Entretanto, de acordo com o relatório, alguns produtores relataram apreensão com as políticas adotadas pelo governo e esperam que o cenário da agricultura brasileira melhore após as eleições.

Metodologia
A medição dos índices, realizada desde 2010 e assumida pela AgroFEA em outubro 2013, é composta por subíndices que abordam quatro tópicos: intenção de compra de insumos, intenção de compra de equipamentos e implementos, avaliação sobre preço do produto cultivado e percepções sobre condições atuais do negócio.

Os dados são apurados em entrevistas telefônicas com base em uma amostra representativa de produtores de soja, milho, cana, café, arroz, citros e algodão em 16 estados brasileiros.

A coleta é realizada entre o primeiro e o último dia útil de cada trimestre e a divulgação é trimestral. A metodologia foi criada pela empresa Uni.Business Estratégia, que realizou o levantamento de 2010 até abril de 2013. A divulgação conta com a parceria do Canal Rural e tem apoio da USP por meio do programa Aprender com Cultura e Extensão.

AgroFEA
Criado em 2010, o AgroFEA visa consolidar as atividades de pesquisa em agronegócios de professores e alunos da Faculdade de Economia Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (FEARP) da USP. O programa de pesquisa tem como objetivo gerar conhecimentos voltados para a aplicação de modelos de economia, administração e contabilidade que desenvolvam os sistemas agroindustriais (SAGs) e às empresas pertencentes a estes sistemas. Além do ICPRural e ICPSoja, o AgroFEA elabora o Índice de Confiança dos Fornecedores do Setor Sucroenergético.

Fonte: O Popular

Projeto Soja Brasil começa a primeira etapa da caravana em Mato Grosso.
quarta-feira, 26 de novembro de 2014

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O Projeto Soja Brasil fará passagem especial por Mato Grosso entre 24 de novembro e 7 de dezembro. Será a primeira etapa da Caravana Soja Brasil, com uma agenda de capacitação planejada pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (SENAR-MT). A programação inclui atendimento aos produtores para auxiliá-los sobre o Sistema de Cadastro Ambiental Rural (Sicar) e o lançamento de um Programa de Agricultura de Precisão.

“Estamos muito animados com a realização do Soja Brasil em nosso estado. Nesse ano, além de colocarmos nossos instrutores a disposição para orientar o produtor rural sobre como fazer o Sicar, também vamos  lançar o Programa de Agricultura de Precisão durante a Caravana. Vamos ter palestras sobre a importância desta tecnologia para aumentar a produtividade em todos os municípios”, ressalta o superintendente do SENAR-MT, Tiago Mattosinho.

Os encontros ocorrerão na carreta do Canal Rural, que é equipada com sala de vídeos. A Expedição Soja Brasil, que é formada por  uma equipe de jornalistas com a missão de divulgar o o andamento da safra de soja também integra o projeto. Esta equipe chegou em Cuiabá nesta segunda-feira (17) e nas próximas três semanas estará rodando o estado e produzindo matérias sobre o desenvolvimento do plantio. Pela primeira vez, a caravana e a expedição estarão juntas, cumprindo agendas no mesmo estado.

Agenda Caravana – A Caravana Soja Brasil abre sua série de atividades em Primavera do Leste (MT), cidade que recebe edição do Fórum Soja Brasil com o tema Manejo de Resistência de Fungicidas: Vazio Sanitário x Ferrugem Asiática. O fórum terá transmissão ao vivo pelo Canal Rural e pelo site C2Rural (www.c2rural.com.br), a partir das 20 horas (horário de Brasília) da segunda-feira (24.11), diretamente do auditório do Sindicato Rural do município.

Participarão do painel técnico os fitopatologistas Maurício Meyer (Embrapa Soja), José Tadashi (Tadashi Agro) e Erlei Melo Reis (OR Melhoramento de Sementes) e Fabiano Siqueri, do Departamento de Proteção de Plantas da Fundação Mato Grosso, entre outros especialistas. O presidente da Associação dos Produtores de Soja do Brasil (Aprosoja Brasil), Almir Dalpasquale e o presidente da Aprosoja-MT, Ricardo Tomczyk, farão a abertura do Fórum.

Os telespectadores podem participar enviando perguntas pela fanpage da emissora no Facebook (facebook.com/canalrural), ou usando o Whatsapp, pelo número (11) 98524-0073. Quem estiver assistindo também poderá interagir pelo chat do C2rural.

Depois de Primavera do Leste, a caravana leva a agenda técnica para Campos de Júlio, Sapezal, Campo Novo dos Parecis, Tangará da Serra, Nova Mutum, Tapurah, Lucas do Rio Verde, Sorriso e Vera. No total, serão 1,4 mil quilômetros rodados, com passagem por 10 cidades em 14 dias de viagem. No roteiro, o público assistirá também a palestras técnicas de patrocinadores do Projeto Soja Brasil. Na primeira semana, haverá edições especiais ao vivo do programa Mercado & Cia das 12h20min, com apresentação do jornalista João Batista Olivi.

Em todos os municípios haverá um atendimento sobre o Cadastro Ambiental Rural (CAR), com computadores à disposição na carreta do Canal Rural para que os agricultores da região possam tirar suas dúvidas sobre o tema de maneira prática. Também serão realizados nos municípios lançamentos da qualificação de Agricultura de Precisão do SENAR-MT.

As palestras serão ministradas pelos agrônomos Alan Costa, doutor em Ciências do Solo pela Universidade Federal de Santa Maria (UFMS) e CEO da empresa Drakkar Agricultura de Precisão; e Carlos Henrique Augusto, formado pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, e coordenador de Agricultura de Precisão na Fundação Shunji Nishimura de Tecnologia. Um dos temas do programa é a tecnologia embarcada, dirigida a produtores, gerentes, coordenadores e operadores de máquinas agrícolas.

Expedição Soja Brasil – Uma das equipes de reportagem do Canal Rural retorna a Mato Grosso com a Expedição Soja Brasil para acompanhar a caravana e o desenvolvimento da lavoura. Na primeira viagem da expedição ao estado, em outubro, o cenário encontrado era pouco otimista, com falta de chuvas e baixo desenvolvimento da safra.

Haverá cobertura diária dos eventos nos programas Mercado&Cia (edições das 12h20min e 18h30min) e Rural Notícias (19h), às segundas, quartas e sextas-feiras. O público poderá acompanhar toda a agenda e cobertura desta etapa no site especial do projeto (www.projetosojabrasil.com.br) e no blog Soja Brasil ( www.blogs.ruralbr.com.br/sojabrasil ).

Informações podem ser obtidas por meio da tecnologia mobile. O aplicativo Soja Brasil está disponível e gratuito para download em smartphones e tablets, com notícias e dados importantes como clima e cotações.

Projeto Soja Brasil – A terceira edição do projeto Soja Brasil tem acompanhado o desenvolvimento das lavouras nos principais estados produtores do país. Desde julho, a realidade da safra brasileira vem sendo discutida em reportagens, programetes, programas técnicos e Fóruns. A Caravana já passou por Goiás, Paraná e Mato Grosso do Sul e as equipes da Expedição do Soja Brasil visitaram Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

O Soja Brasil tem coordenação técnica da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e consultoria de Safras & Mercado. A iniciativa tem o patrocínio de Basf e Mitsubishi Motors. O apoio é de Intacta, Yara Brasil Fertilizantes e MAN Latin America. A etapa de Mato Grosso do Projeto Soja Brasil é uma realização do Canal Rural, da Aprosoja Brasil, da Aprosoja-MT e do SENAR-MT, com o apoio local dos sindicatos rurais dos municípios que estão na rota da caravana.

Fonte: Assessoria de Comunicação do SENAR-MT

PIB goiano atinge R$ 123 bilhões
terça-feira, 25 de novembro de 2014

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A economia goiana cresceu em 2012, apesar da desaceleração no País. O Produto Interno Bruto (PIB) do Estado, que é a soma de todas as riquezas produzidas no ano, subiu 5,4% e atingiu o valor de R$ 123,926 bilhões, bem acima da taxa nacional, que teve alta de apenas 1%. A expansão em Goiás foi resultado do crescimento da agropecuária, serviços e indústria.

Os dados consolidados do PIB goiano foram divulgados ontem pelo Instituto Mauro Borges de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (IMB), da Secretaria de Gestão e Planejamento de Goiás (Segplan-GO), cálculo que segue a metodologia do IBGE. O destaque daquele ano ficou por conta do setor agropecuário, que expandiu 8,4%, devido o aumento da produção agrícola, com desempenho positivo das culturas de soja, cana-de-açúcar, milho, feijão e banana. Já na pecuária houve recuo, puxado pela redução do efetivo de aves e suínos.

De acordo com o secretário de Gestão e Planejamento, Leonardo Vilela, o crescimento do PIB goiano no ano de 2012 se deve também ao potencial de produção de matéria prima do Estado junto com a competência dos produtores. “Se não fosse o baixo desempenho da economia nacional neste período, o avanço do PIB goiano poderia ser ainda mais significativo. Afinal, Goiás está inserido numa conjuntura nacional de crescimento baixo”, afirma.

A chefe do Gabinete de Gestão do IMB, Lillian Maria Silva Prado, explica que, apesar de Goiás se manter na nona colocação no ranking nacional do PIB – sem alteração em relação ao ano anterior -, em valores, está bem acima do décimo colocado, Pernambuco. “O montante de quase R$ 12,7 bilhões agregados à economia fez com que o Estado elevasse sua participação no PIB nacional de 2,7% para 2,8%. Com relação ao Centro-Oeste, a participação de Goiás no PIB da região passou de 28,1% para 28,8%.”

INDÚSTRIA E SERVIÇOS

O setor de serviços cresceu 5,5% em 2012, puxado pelas atividades de transportes e armazenagem, que teve expansão de 13,9%. Em seguida se destacam o comércio, com 9,8%, e intermediação financeira, seguros e previdência complementar, com 5,3%. Para Lillian Prado, as atividades de transporte e armazenagem lideraram a expansão no setor de serviços devido ao desempenho da agropecuária, que necessita escoar sua produção e a demanda por transporte torna-se crescente.

Já o setor industrial apresentou crescimento de 4,8% no período, por causa do desempenho favorável da construção civil, que cresceu 11,6%. A produção e distribuição de eletricidade também apresentou aumento (10,5%), seguido da indústria de transformação (0,5%). A indústria goiana registrou um bom desempenho por ter um perfil produtivo mais orientado para a demanda interna, que continuou aquecida.

O cenário para a construção civil foi positivo influenciado pela oferta de crédito imobiliário, crescimento do emprego e da renda, incremento do consumo das famílias e manutenção da desoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de diversos insumos da construção. Lillian Prado pondera que também contribuíram as obras de infraestrutura realizadas no Estado, como pavimentação de rodovias e saneamento básico.

PIB PER CAPITA

Em Goiás, o PIB per capita (resultado da divisão do PIB pela população), em 2012, atingiu o valor de R$ 20.134,26, contra R$ 18.289,59 em 2011, com incremento de R$ 1.835,67, o segundo maior da série iniciada em 2002. Segundo informou o IMB/Segplan, o PIB per capita goiano apresentou taxa de crescimento de 4,1%, enquanto a média nacional ficou em 0,2%.

No ranking das unidades da federação, o PIB per capita do Estado se manteve na 11ª posição, sem alteração em relação ao ano anterior. Porém, nesse indicador, o Estado fica abaixo da média nacional, cujo valor é de R$ 22.645,86. “Essa é uma das poucas estatísticas que Goiás fica abaixo da taxa brasileira. Somos o 12º Estado mais populoso do País, e estamos caminhando ano após ano para atingir o nacional”, diz a chefe do Gabinete de Gestão do IMB.

Fonte: O Popular

Brasil abre mercado e envia milho à China
segunda-feira, 24 de novembro de 2014

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Pequim – Um navio carregado de milho partiu em meados de setembro do Brasil e deve chegar nos próximos dias à China. É o primeiro embarque desde que o mercado chinês foi oficialmente reaberto ao cereal brasileiro, no fim de março.

O envio foi comemorado como um avanço pelas autoridades brasileiras, mas não clareou as incertezas que ainda cercam a exportação de milho para a China. A maior dúvida é em relação a uma variedade de milho transgênico usada no Brasil, MIR 162, que não foi aprovada pelo Ministério da Agricultura chinês.

EXPORTADORES

A variedade também é a mais usada pelos produtores dos EUA e da Argentina, que ao lado do Brasil estão entre os três maiores exportadores de milho do mundo.

No início do ano, a China barrou um carregamento do cereal procedente dos EUA, alegando ter detectado indícios da variedade MIR 162.

O carregamento que está a caminho da China não deve ter problemas, pois supostamente contem milho convencional ou de variedades transgênicas já aprovadas.

O caminho para as vendas de milho do Brasil para a China foi aberto em novembro do ano passado, com o acordo fitossanitário assinado entre os países.

ENVIO

O primeiro envio só está ocorrendo agora, dez meses depois, devido às dúvidas sobre a aprovação de sementes geneticamente modificados por parte das autoridades chinesas.

Para tratar dessa e de outras pendências, o ministro da Agricultura do Brasil, Neri Geller, planeja ir em meados de novembro a Pequim.

 

Fonte: O Popular

Safra goiana deve crescer 4%
quinta-feira, 13 de novembro de 2014

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A produção goiana deve crescer 4% em 2014 em relação ao plantio do ano anterior, segundo a estimativa divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O prognóstico é que a produção totalizará 18,8 milhões de toneladas, contra 18,1milhões de toneladas em 2013.

Conforme os dados, grande parte desse aumento é pela produção de milho no Estado. O cultivo goiano deste grão registrou um avanço de 11,8%. A primeira safra não deve passar de 2,51 milhões de toneladas, queda de 19,7% sobre 2013. A compensação deve ocorrer na segunda safra do grão, que deve superar as 6,3 milhões de toneladas, registrando uma alta de produção de nada menos que 29,5%. Para se ter uma ideia, o milho, este ano, representará 45,6% do total da produção em Goiás.

Por outro lado, a safra da soja terá um decréscimo de 1,5%. Enquanto em 2013 o Estado produziu 8,9 milhões de toneladas, este ano chegará a 8,7 milhões de toneladas, segundo os dados do IBGE.

O produtor de Catalão, José Fava, afirma que o cultivo poderia ser um pouco melhor. “Tivemos seca no começo deste ano, que influenciou no rendimento, mas acredito que a produtividade está dentro da normalidade”, relata.

No entanto, segundo o consultor técnico do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Cristiano Palavro, o preço não tem ajudado o produtor. “Tivemos uma queda de preço ao longo do ano, mas que vem recuperando na última semana”.

Nos últimos dias houve uma leve recuperação no mercado internacional, mas a desvalorização já chega a 25,5% no período entre julho e outubro. “O valor foi influenciado pelos atrasos da demanda da China. Outro fator que pressionou o patamar de preços foi a alta do dólar”, complementa.

Crise

Goiás é atualmente o terceiro maior produtor de cana-de-açúcar no País. Porém, tem encontrado dificuldades. Com a redução de 6,1% da área colhida, a produção deve cair em torno de 2,1% este ano na comparação com 2013. A produção passa a ser de 67,4 milhões de toneladas, contra 69,3 milhões no ano anterior.

O assessor técnico da Faeg, Alexandro Alves, explica que essa redução é resultado da crise e falta de competitividade do setor. “Os canaviais se recuperaram bem do período de seca, mas a produtividade deve ficar praticamente estável em relação à safra anterior. Por outro lado, Goiás tem se destacado na atração de investimentos, diferente de outros Estados neste momento de crise que o País vem passando”, argumenta.

Produção do Centro-Oeste deve ser menor em 2015

Diferente do primeiro prognóstico de produção brasileira de grãos para 2015 do IBGE, o Centro-Oeste deve sofrer um recuo. Enquanto no Brasil a expectativa é que a produção cresça 2,5% no próximo ano e atinja um recorde de 198,3 milhões de toneladas, a região deve produzir 3,4% menos na comparação com a safra anterior.

O cultivo da soja pode ser um dos fatores que influenciaram a pesquisa. Goiás é o segundo maior produtor do Centro-Oeste, mas, segundo o levantamento, a produção deve ser menor em 2015.

Conforme os dados do IBGE, o Estado deve produzir 8,69 milhões de toneladas, enquanto em 2014 a previsão é que a safra atinja 8,76 milhões de toneladas. Um recuo de 0,8% na comparação.

O produtor de Catalão José Fava afirma que o plantio atrasou quase um mês por causa da falta de chuvas.

“Normalmente o plantio começa no início de outubro, como no ano passado, mas este ano foi praticamente em novembro. A vinda da chuva foi demorada e seletiva”. Com o volume maior de chuvas nos últimos dias, o produtor conta que, apenas agora, cerca de 80% da área está plantada. “Mesmo assim o volume de umidade da terra está baixo”, diz o produtor de Catalão.

O cenário poderá até trazer queda na produção. “Com o atraso, haverá uma queda de produtividade grande”, relata o produtor. (PN)

Conab estima safra de 199,9 milhões de toneladas

A safra de grãos 2014/2015 deve ficar entre 194,39 e 199,97 milhões de toneladas – o que representa variação 0,1% negativa ou 2,7% positiva em relação à safra passada. Goiás deve contribuir com 19 milhões de toneladas, alta que pode variar entre 1% e 4,1% sobre a safra passada. Deve haver queda na produção de milho de primeira safra, mas altas no de segunda. A soja também deve apresentar elevação sobre a produção passada em Goiás.

A previsão está no segundo levantamento da produção de grãos, divulgado ontem pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O dado é provisório, por se tratar do início da safra. Este ano, o plantio começou com atraso em parte das áreas em função da falta de chuva.

“Houve retardo [do início da chuva], o que levou a um adiamento, a uma migração da implantação das lavouras para final de outubro e início de novembro”, destacou o diretor de Política Agrícola e Informações da Conab, João Marcelo Intini. Segundo ele, o atraso atingiu de 5% a 12% da área plantada. “Atrasou um pouquinho no Centro-Oeste e em parte da região Sudeste, basicamente São Paulo e Minas Gerais. Mas entramos, nos próximos três meses, na normalidade.”

O clima também alterou a safra na Região Sul. Lá, no entanto, houve excesso de chuva, com encharcamento do solo no Rio Grande do Sul, o que afetou a produção e a qualidade do trigo. Por isso, a produção gaúcha de trigo deve ficar 23,3% menor do que a previsão inicial.

Fonte: Jornal O Hoje

Três itens do agronegócio lideram exportações goianas
sexta-feira, 7 de novembro de 2014

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Apenas três itens do agronegócio goiano responderam por 61,81% das exportações estaduais em outubro. O complexo carnes (bovina, suína e de aves) foi responsável por nada menos que 29,5% das transações no comércio internacional, somando um total de US$ 167,5 milhões naquele mês. Milho vem logo em seguida, com 17,76% de participação e US$ 100,8 milhões. Soja fecha os três principais itens da balança no mês passado, com 14,55% das exportações e US$ 82,6 milhões movimentados.

Os dados foram divulgados ontem pela Secretaria de Indústria e Comércio (SIC) e mostram que, no mês, as exportações totais goianas avançaram 9,65% somando US$ 568 milhões. O resultado também é 1,97% maior que o de outubro de 2013. Por outro lado, as importações alcançaram US$ 388 milhões em uma alta de 7,79% sobre setembro. O resultado é um saldo (exportações menos importações) de US$ 180 milhões, 14% maior que o de setembro.

O cenário é diferente do registrado no País, na comparação outubro 2014/2013, quando as exportações brasileiras recuaram 19,6% e as importações, 4,19%. O resultado do Brasil foi o pior em 16 anos.

No acumulado do ano, o saldo da balança comercial de Goiás já ultrapassou o resultado de 2013 em US$ 110 milhões.

No ano

A tendência é de que 2014 tenha um crescimento de cerca de 10%. De janeiro a outubro, a diferença entre exportações e importações ficou em US$ 2,3 bilhões. No ano passado, este indicador fechou em US$ 2,2 bilhões. O cenário positivo de 2014 ficou evidente em outubro, quando as compras das carnes pelos russos puxaram um saldo superavitário de US$ 180 milhões.

“A tendência é de que o saldo da balança comercial nacional encerre o ano com déficit. Mas em Goiás o cenário é diferente. Já vislumbramos um recorde histórico de nossa balança. Estamos trabalhando para isso”, afirma o secretário de Indústria e Comércio, William O’Dwyer.

O Estado foi responsável por 3,16% das vendas do País. Este foi o melhor índice de participação na balança comercial do País para o período. O secretário comentou que, se não fosse pelo desempenho de Goiás, o déficit comercial de US$ 1,871 bilhão apresentado pela balança comercial brasileira poderia ter maior.

Já as importações do mês passado mantiveram o perfil de investimentos realizados pela indústria local. Os veículos automóveis, tratores e suas partes lideraram a lista de produtos importados por Goiás, com 29,34% do total. Produtos farmacêuticos (23,33%); caldeiras, máquinas, aparelhos e instrumentos mecânicos (10,45%).

“Tivemos uma alta nas importações, muito por conta do câmbio. O importante de dizer é que as compras feitas pelas empresas goianas continuaram sendo de investimentos na geração de empregos e no avanço da produção”, comenta o secretário.

Fonte: Jornal O Hoje

Estiagem vai afetar milho safrinha em Goiás.
quarta-feira, 29 de outubro de 2014

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O prolongamento da estiagem em Goiás pode resultar em quebra de até 40% da produção de milho safrinha, normalmente plantado em janeiro. Isso por causa do atraso no plantio da soja, em função da falta de chuvas. A previsão é de que serão 2,4 milhões de toneladas a menos de milho na próxima safrinha.

Em função da falta de chuvas, vinte e três dias após o fim do vazio sanitário, nem 5% dos 3,2 milhões de hectares destinados à soja foram plantados. Esse levantamento é da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg).

JANELA

Com a janela de plantio mais estreita, na análise do presidente da Comissão de Cereais, Fibras e Oleaginosas da Faeg e produtor rural, Flávio Faedo, a previsão é de que haja redução de área de 40% e também queda de produtividade, distanciando da estimativa inicial da produção da safrinha de milho – 6 milhões de toneladas. “O ideal é começar a plantar a safrinha no final de janeiro e estender até dia 15 de fevereiro”, diz Faedo.

Para o dirigente da Faeg, o prazo não deve ser suficiente e é possível que alguns produtores acabem extrapolando o plantio para o mês de março. Neste caso, os resultados ficam refém das chuvas de maio, consideradas irregulares. Segundo Faedo, o reflexo direto da quebra da safrinha de milho é a redução de recursos para investimentos em equipamentos agrícolas.

Fonte: Verde Vale

Inflação agrícola sobe 0,47%, apurou a FGV
terça-feira, 28 de outubro de 2014

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A inflação agrícola acelerou no atacado. Os preços dos produtos agropecuários subiram 0,47% na segunda prévia do IGP-M de outubro, após a alta de 0,31% apurada na segunda prévia do mesmo índice em setembro, divulgou na última segunda-feira, 20, a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Já os preços dos produtos industriais no atacado tiveram redução de 0,13% na segunda prévia anunciada hoje, depois da alta de 0,33% na segunda prévia de setembro.

No âmbito do Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPA-EP), que permite visualizar a transmissão de preços ao longo da cadeia produtiva, os preços dos bens finais subiram 0,31% na segunda prévia de outubro, após elevação de 0,24% na segunda prévia de setembro. Os preços dos bens intermediários apresentaram queda de 0,12% na prévia divulgada hoje, em comparação com a alta de 0,56% em igual leitura do IGP-M em setembro. Por fim, os preços das matérias-primas brutas tiveram taxa negativa de 0,12%, após a alta de iguais 0,12%, na mesma base de comparação.

Fonte: O Popular

2025: Safra deve chegar a 252 milhões de toneladas
sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Soja_26_02_2013

A produção brasileira de grãos deverá passar de 193,6 milhões de toneladas em 2013/2014 para 252,4 milhões de toneladas em 2024, o que representa um acréscimo de 58,8 milhões de toneladas à produção atual do Brasil. A estimativa é da 5ª edição do periódico Projeções do Agronegócio – Brasil 2013/2014 a 2023/2024 – Projeções de Longo Prazo, divulgados recentemente pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), através da Assessoria de Gestão Estratégica (AGE).

“Isso exigirá um esforço de crescimento que deve consistir em infraestrutura, investimento em pesquisa e financiamento”, disse o coordenador de Planejamento Estratégico do Mapa, José Gasques.

Realizado por especialistas do Mapa e da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o relatório contém as projeções de 26 produtos. Entre eles milho, soja, trigo, laranja, carnes (frango, bovina e suína) e cana-de-açúcar.

O objetivo é indicar possíveis direções do desenvolvimento e fornecer subsídios aos formuladores de políticas públicas quanto às tendências dos principais produtos agropecuários.

Para as carnes bovina, suína e de aves, o estudo estima que a produção deverá aumentar, em 2023/2024, em 7,9 milhões de toneladas, o que significa um aumento de 30,3% em relação à produção de carnes de 2013/2014. De acordo com a AGE, entre as três carnes, a produção de carne de frango deverá ter o maior crescimento, (35,7%). Em segundo lugar estará a carne suína, com um crescimento de 31,7% na produção e, por último a carne bovina, com estimativa de crescimento de 22,8% em 2023/2024.

Com relação à área total plantada com lavouras, a estimativa realizada até 2023/2024 é de que ela passe de 70,2 milhões de hectares em 2014 para 82,0 milhões em 2024, representando um acréscimo de 11,8 milhões de hectares. Esta expansão está concentrada em soja, mais 10,3 milhões de hectares, e na cana-de-açúcar mais 2,3 milhões. Algumas lavouras devem perder área, mas essa redução deve ser compensada pelos ganhos de produtividade.

Fonte: Jornal O Hoje

Agrex do Brasil é destaque no Jornal Anhanguera
terça-feira, 7 de outubro de 2014

DestaqueAgrex

No quadro ‘Tv trabalho’ do Jornal Anhanguera, a Agrex do Brasil foi destaque pela valorização aos seus colaboradores. Segundo pesquisas, funcionários que são felizes no ambiente de trabalho produzem mais e melhor, e essa é a realidade de 93% dos nossos colaboradores.

Vale a pena conferir o vídeo e entender mais sobre o nosso sistema de gestão. Um sucesso!

Agronegócio é responsável por 50% do PIB de Mato Grosso
segunda-feira, 6 de outubro de 2014

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O Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio de Mato Grosso é de R$ 21 bilhões, conforme  estudo do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), com dados referentes a 2007. O valor torna o agronegócio responsável por 50,46% do valor do PIB do estado, que é de R$ 41,5 bilhões no total.

Dentre os setores analisados, a agropecuária é responsável por 52,8% do PIB do agronegócio; a distribuição (logística, varejo) por 29,9%; a agroindústria por 11,8% e os insumos por 5,6%.

“A agroindústria e os insumos são os que menos geram riqueza no estado. A agroindústria do estado é pequena e, com relação aos insumos, o estado produz sementes, mas não produz fertilizantes e defensivos”, explica o superintendente do Imea, Otávio Celidônio. “Isso mostra a oportunidade de trazer indústrias para Mato Grosso, melhorando as condições de negócios no estado”, afirma.

Em comparação com outros estados, Mato Grosso é o que tem a maior participação do agronegócio no PIB. Em Santa Catarina, o percentual é de 46% (dados 2004), no Rio Grande do Sul é de 40,58% (dados 2003) e no Paraná é de 40% (dados 2004). “Se olharmos o agronegócio de outros estados, Mato Grosso é o estado que mais depende desse setor”, ressalta Celidônio.

Também foi verificado que o agronegócio mato-grossense desempenha um papel importante para as receitas públicas. Dos mais de R$ 3 bilhões de impostos indiretos gerados sobre a produção estadual em 2007, 54,2% foram oriundos do agronegócio (R$ 1,64 bilhões), sendo a maior parte com origem na agroindústria: R$ 957 milhões (58%).

No PIB brasileiro, a agropecuária é responsável por 24,4%, percentual menor que do estado, e a agroindústria por 32,2%, percentual maior que do estado.

Fonte: Jornal O Hoje

Contratação de crédito agrícola já passa R$ 29 bi.
terça-feira, 30 de setembro de 2014

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Os recursos aplicados no crédito rural do País para agricultura empresarial em custeio, investimento e comercialização atingiram R$ 29,137 bilhões, em julho e agosto deste ano, o que corresponde a 19% do total programado para o ano safra 2014/2015, de R$ 156,139 bilhões. O valor consta no Plano Agrícola e Pecuário (PAP) anunciado em maio pelo governo federal.

“As contratações do crédito agrícola nesses dois primeiros meses somaram R$ 29,13 bilhões e seguem em ritmo forte. Esse resultado demonstra um ambiente tranquilo e de confiança, tanto dos agentes financeiros quanto dos tomadores de crédito, os agricultores”, disse o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Neri Geller.

As contratações para o médio produtor, no âmbito do Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), subiram 27% em relação ao ciclo agrícola anterior, alcançando R$ 2,474 bilhões nesses dois meses para os recursos para custeio. Já para operações de investimento, o programa aplicou R$ 563,6 milhões, ou seja, 17% a mais que igual período do ano passado. O Pronamp, ao todo, conta com R$ 16,105 bilhões para a safra atual.

Entre os programas na modalidade investimentos, os financiamentos destinados ao Programa de Sustentação do Investimento (PSI-BK) contabilizaram R$ 2,363 bilhões para a aquisição de máquinas agrícolas dos R$ 5,5 bilhões programados pelo PAP 2014/2015.

O Programa de Construção e Ampliação de Armazéns (PCA) totalizou R$ 1,204 bilhão as operações internalizadas do Banco do Brasil e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Já o Programa ABC (Agricultura de Baixo Carbono) respondeu por R$ 425,1 milhões, 77% a mais em relação a aplicação da safra 2013/2014 (R$ 240 milhões).

Fonte: Jornal O Hoje

Preços de terras em Goiás subiram 323% em 12 anos.
sexta-feira, 26 de setembro de 2014

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O bom desempenho dos preços das commodities, os investimentos feitos na modernização da produção agropecuária e a instalação de muitas agroindústrias em Goiás valorizaram muito as terras do Estado. Os preços médios das terras destinadas à exploração agrícola e pecuária subiram 323% entre 2002 e 2013, segundo levantamento feito pelo Assessoramento Técnico em Nível de Carteira (ATNC) do Banco do Brasil (BB) em todas as regiões do País.

Em Goiás, a valorização foi acima da média brasileira de 308% no período, puxada pela evolução dos preços em municípios do Sudoeste do Estado, principalmente em Mineiros, Jataí, Palmeiras de Goiás e Rio Verde. O valor médio do hectare goiano passou de R$ 2.790,00 em 2002 para R$ 11.823,00 em 2013. As terras para lavoura subiram mais que as da pecuária: 328%.

O gerente executivo de Agronegócios do BB, Ivandré Montiel da Silva, explica que as áreas com maior evolução são as que possuem forte vocação para grãos, como soja e milho. Segundo ele, os preços no município com maior valorização, Mineiros, foram puxados pelo crescimento da produção de soja e milho, além dos investimentos feitos por usinas do setor sucroalcooleiro na região.

COMMODITIES

A valorização das commodities no mercado internacional estimulou a produção e a demanda por terras, inflacionando os preços. O crescimento das exportações de soja para países como a China também ajudou nesse processo. “Apesar de vermos hoje uma estabilização nos preços dos grãos, a série histórica mostra que eles se estabilizaram bem acima de patamares anteriores”, destaca.

Com isso, os produtores passaram a investir mais na produção. A carteira de Agronegócios do BB em Goiás passou de R$ 6 bilhões em 2010 para R$ 12,1 bilhões este ano. O gerente executivo de Agronegócios do BB, Antônio Carlos Chiarello, explica que Goiás registrou um crescimento das operações para investimento, visando estruturar e modernizar as propriedades.

Os produtores também investiram em tecnologia para melhorar a qualidade da terra, o processo produtivo e a produtividade. Margens mais remuneradoras e o menor índice de inadimplência da série histórica do crédito rural (0,6% nas operações vencidas há mais de 60 dias) também indicam uma consolidação do setor. “O ativo terra é um bem de capital e está relacionado à geração de riquezas”, diz Ivandré Montiel.

Fonte: O Popular

Goiás: 4º maior produtor de leite do país.
quinta-feira, 25 de setembro de 2014

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As indústrias processadoras de leite adquiriram, no segundo trimestre deste ano, 5.785 bilhões de litros do produto, indicativo de aumento de 8,4% sobre o segundo trimestre de 2013 e queda de 6,5% sobre o primeiro trimestre de 2014. Os indicativos são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A industrialização foi de 5,761 bilhões de litros, equivalente a 8,2% de aumento sobre o mesmo período do ano passado e queda de 6,6% sobre o volume registrado no primeiro trimestre de 2014. Goiás desponta no cenário.

No comparativo mensal com o mesmo período de 2013, a aquisição manteve-se relativamente crescente em todos os meses do segundo trimestre de 2014, tendo registrado em maio a maior variação. No Centro-Oeste todos os Estados apresentaram queda em suas aquisições, sendo mais sensível a registrada em Goiás, justificada pelo período de estiagens na região, que ocasionou a maior concorrência pelo produto. Minas Gerais é o Estado que mais adquire leite: 27,4% do total nacional no 2º trimestre de 2014. Na sequência, destacam-se o Rio Grande do Sul, com 13,5%; o Paraná, com 11,6%; Goiás, com 10,9%; e São Paulo, com 10,2% de participação.

Potência

Goiás é a quarta potência do ranking leiteiro nacional. A produção goiana é de 3,5 bilhões de litros por ano, e consome apenas 20% deste total. O restante é comercializado para outros Estados e alguns países em forma de leite em pó, leite longa vida ou produtos derivados, como queijos, manteiga e iogurtes. A capacidade industrial gira em torno de 16 milhões. Essa produção representa 10,8% da produção do Brasil. A estimativa é a de que o Estado detenha 60 mil pecuaristas de leite. Mais de 220 mil pessoas encontram-se envolvidas na atividade. Os dados são da Complem (Cooperativa Mista dos Produtores de Leite de Morrinhos). Segundo a Federação da Agricultura do Estado de Goiás (Faeg), o setor movimentou R$ 3,8 bilhões nos 246 municípios goianos, em 2013.

Cadeia diferenciada

Os quatro elos principais da cadeia láctea do Estado de Goiás – produtores, transportadores, indústrias e comércio varejista – vêm trabalhando de forma harmônica com um só objetivo: se situarem, em breve, entre os mais modernos do País nesse seguimento. O grande salto desta cadeia começou em 1996, quando os produtores, as indústrias e o governo começaram a trabalhar intensamente melhorando o rebanho leiteiro e nosso parque industrial, hoje considerado um dos mais modernos do mundo em termos de tecnologia. Goiás, naquele ano, era o sexto maior produtor nacional. Em cinco anos, subiu para segundo e, hoje, está com sua posição consolidada, embora precise avançar mais, pois estamos em quarto lugar no ranking nacional.

Parcerias

Um dos fatores que têm impulsionado muito a cadeia láctea em Goiás é a parceria entre governo, indústria e produtores. O governo tem facilitado o trabalho das indústrias que estão investindo, hoje, em campanhas de incentivo ao consumo de leite e derivados. Em Goiás, a campanha foi lançada em fevereiro de 2006 e, em apenas oito meses, aumentou em 17% o consumo. Nesse mesmo período, reduziu também em 42% o consumo de leite sem inspeção sanitária (não pasteurizado), produto que oferece riscos à saúde humana. Esta redução de consumo de produto não inspecionado significa mais leite colocado à disposição do consumidor com mais qualidade, reduzindo gastos do governo em saúde pública. Já o aumento no consumo de leite inspecionado reflete também no maior volume de arrecadação para o Estado.

Assistência

Um item que vem sendo olhado com grande interesse é o projeto que visa levar assistência técnica ao campo. Esta iniciativa, que já começou a gerar frutos, pois muitas indústrias já contrataram técnicos especializados, vai oferecer condições para que o produtor rural tenha eficiência, qualidade e baixos custos. Enfim, que ele saiba realmente gerenciar o seu empreendimento. Encabeçado pelo Sindileite, o projeto envolve indústrias de laticínios, órgãos governamentais, universidades, entidades de classe, empresas privadas e outros seguimentos que já começaram a executar um grande plano de ação no Estado, no sentido de levarem assistência técnica eficaz e permanente ao produtor.

O setor vem se recuperando de forma segura, principalmente em se tratando de remuneração para os produtores rurais que estão com seus custos de produção menores que os valores pagos pelas indústrias. Isto significa melhores condições para aquisição de tecnologia para as fazendas e melhoramento do rebanho leiteiro estimado, hoje, em 2,3 milhões de cabeças.

Fonte: Diário da Manhã

Conveção Agrex 2014!
sexta-feira, 19 de setembro de 2014

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A Agrex encerrou o ciclo 2013/2014 com uma convenção marcada por momentos inesquecíveis. Entre os dias 11 e 13 de setembro, colaboradores da Agrex do Brasil se reuniram em Brasília para a Convenção 2014, sob o tema “Nosso Principal Valor é Gente!”.

Os gestores da Agrex desempenharam um papel fundamental na construção do evento que apresentou a todos os resultados do Ciclo 2013/2014 e metas para o Ciclo 2014/2015. Juntos, gestores e colaboradores começaram desde já a desenhar as estratégias para alcançar sucesso nos resultados definidos.

Por meio de atividades motivacionais e palestras, os colaboradores da Agrex do Brasil trabalharam na prática alguns dos fundamentos da companhia: simplicidade e comprometimento. Conceitos que também foram reforçados pelas palavras do CEO Paulo Fachin em sua palestra com o tema “O que levamos para casa”, que contou o caminho percorrido para transformar sua empresa – que iniciou com apenas 2 funcionários – em uma das mais representativas companhias do agronegócio, com mais de 500 colaboradores.

Na busca pelo aperfeiçoamento dos nossos serviços e de nossos colaboradores, a Agrex do Brasil inicia o ciclo 2014/2015 com a certeza de estar criando soluções e desenvolvendo estratégias para atender nossos clientes e parceiros com excelência, fazendo uma companhia, a cada dia, melhor para todos.

 

IBGE prevê safra 3,2% maior este ano em Goiás
segunda-feira, 15 de setembro de 2014

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Influenciada principalmente pelo aumento na produção de milho em Goiás, a previsão de agosto para a safra goiana do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) subiu 3,2% em relação à obtida no ano passado e deve totalizar 18,69 milhões de toneladas em 2014. Esse total representa um aumento de 1,1 ponto percentual em relação à estimativa de julho. Os dados foram divulgados ontem e constam do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA).

“Já estamos em fase final de análise em algumas culturas e temos um avanço da produção um pouco acima da nacional. Principalmente esta que é uma área muito importante para a economia goiana”, comenta o pesquisador do IBGE em Goiás, Daniel Ribeiro de Oliveira.

De acordo com Daniel Ribeiro, o bom rendimento é fruto da “utilização de novas tecnologias e pela busca de maiores rendimentos no setor, principalmente em milho e soja”.

Segundo os dados do IBGE, o milho representa 45,7% de toda a plantação goiana. Mas para este ano é esperada uma produção de 8,55 milhões de toneladas, um avanço de 11,2% em relação a 2013.

+O produtor de milho José Oscar Durigan, de Montividiu, conta que a segunda safra terminou na semana passada e foi positiva. “Foi muito boa a safra, em função do clima, que ajudou bastante. Tivemos uma chuva mais igualada e bem equilibrada, o que ajudou positivamente a produção”.

Porém, o preço continua abaixo das expectativas do setor. De acordo com a Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), a saca de 60 quilos do milho está cotada, em média, por R$18,50 em Goiás. “Com esse valor, não conseguimos pagar nem o custo da produção. O investimento é alto, mas o retorno, por outro lado, é bem aquém do esperado”, ressalta o produtor José Oscar Durigan.

 Soja

Embora a área plantada de soja tenha crescido em torno de 6,5% em todo o Estado, a colheita será menor este ano. Conforme os dados do IBGE, a safra terá um recuo de -1,4% ante os números de 2013. A soja representa 45,7% de toda a produção em Goiás.

Já a cana-de-açúcar foi um dos destaques positivos do Estado. O cultivo cresceu 4%, em relação ao levantamento anterior com 2,7 milhões de toneladas. “Goiás já está na terceira posição na safra de cana-de-açúcar em todo o País. Só fica atrás de São Paulo, o principal produtor, que detém 54,1% da expectativa de produção, e Minas Gerais”, revela o pesquisador do IBGE em Goiás, Daniel Ribeiro de Oliveira.

Fonte: Portal O Hoje

Brasil terá safra recorde!
segunda-feira, 15 de setembro de 2014

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A produção brasileira de grãos da safra 2013/2014 deve chegar ao recorde de 195,46 milhões de toneladas – aumento de 6,8 milhões de toneladas ou o equivalente a 3,6% sobre a safra anterior, de 188,65 milhões de toneladas. Os dados fazem parte do 12º e último levantamento de grãos da safra atual, divulgado ontem, pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Segundo o presidente da Conab, Rubens Rodrigues dos Santos, três aspectos favoreceram o recorde. “O primeiro está relacionado ao crédito tanto para custeio quanto para comercialização. O segundo foi o clima favorável na segunda safra de Mato Grosso. Em terceiro, o incremento cada vez maior da tecnologia no processo produtivo do campo.”

A cultura de soja apresentou incremento de 4,62 milhões de toneladas (5,7%) na produção de 86,12 milhões de toneladas. O trigo teve acréscimo de 2,14 milhões de toneladas (38,7%) na produção, chegando a 7,66 milhões de toneladas. A elevação se deve ao aumento de 21,4% na área plantada.

O fechamento do ciclo ocorrerá em dezembro, com a participação dos produtos de inverno (aveia, canola, centeio, cevada, trigo e triticale) e as safras de feijão e milho do Nordeste.

O total de área plantada chega a 56,93 milhões de hectares, o que significa alta de 6,3% em relação aos 53,6 milhões de hectares da safra 2012/2013. A soja teve crescimento de 8,8%, passando de 27,7 milhões para 30,2 milhões de hectares. O trigo apresentou crescimento de 21,4%, subindo de 2,21 milhões de hectares para 2,68 mil hectares. O feijão registrou aumentou de 8,4% e teve a área aumentada de 3,07 milhões para 3,33 milhões de hectares.

A Conab fez a pesquisa do dia 24 a 30 de agosto, levantando informações para a pesquisa em parceria com agrônomos, cooperativas, secretarias de agricultura, órgãos de assistência técnica e extensão rural (oficiais e privados) e agentes financeiros e revendedores de insumos.

Fonte: dm.com.br

Agronegócio tem superávit de US$ 7,48 bi em agosto
sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Colheita de Soja

A balança comercial do agronegócio encerrou agosto com superávit (exportações maiores que importações) de US$ 7,48 bilhões. O volume resulta de US$ 8,89 bilhões em vendas externas e US$ 1,41 bilhão em compras do Brasil no exterior. Os números foram divulgados ontem pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Os gastos do Brasil no exterior caíram 3,6%. As informações são da Agência Brasil.

A receita com exportações caiu 12,5% na comparação com o mesmo mês do ano passado. No caso do complexo soja (grão, farelo e óleo), por exemplo, a receita caiu de US$ 3,6 bilhões para US$ 3,1 bilhões comparando-se agosto de 2013 com o mesmo mês deste ano: recuo de 14,1%. Houve queda na venda de grãos e alta na de farelo e óleo.
Apesar da queda no volume financeiro exportado pelo complexo soja, o grupo é o mais expressivo em receita. Em agosto, o valor arrecadado com os itens equivaleu a 40,4% do total de exportações. Este ano, algumas commodities (produtos básicos com cotação no mercado internacional) enfrentaram redução de preços. A soja foi um desses produtos, mas o volume embarcado bateu recordes e tem compensado o recuo no valor.

O setor de carnes, outro que se destaca nas exportações do agronegócio, registrou alta na receita exportada em agosto. O valor arrecadado subiu de US$ 1,42 bilhão em 2013 para US$ 1,52 bilhão este ano: um aumento de 6,6%.

O sucesso do Workshop Comercial da Agrex do Brasil foi muito além dos números!
quinta-feira, 11 de setembro de 2014

O evento que reuniu colaboradores da área comercial de todas as unidades Agrex do Brasil, foi muito além da apresentação dos números alcançados no último ciclo e os projetados para o ciclo 2014/2015.

Foi uma oportunidade de reunir pessoas que trabalham com o mesmo objetivo, para a mesma empresa, porém separados por centenas de quilômetros de distância. Esses colaboradores puderam se conhecer e trocar experiências, além de reencontrar amigos fazer novas amizades durante esse workshop que contou com a presença de parceiros como Lisane, Cristiano Folle e Marcelo Brandalise (Monsanto) e Marcelo Nicolai (Agrocon).

 

Força do agronegócio no comércio exterior.
quarta-feira, 10 de setembro de 2014

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As exportações de sete produtos agropecuários responderam por 30% das vendas totais do País no acumulado de janeiro a agosto de 2014. A participação do setor no conjunto da balança comercial é ainda mais expressiva, tendo em vista que a soja em grão ocupa a primeira posição na lista dos principais produtos exportados pelo Brasil, com embarques de US$ 21,4 bilhões nos oito primeiros meses do ano.

Entre janeiro e agosto, as exportações totais renderam US$ 154 bilhões ao País. A soja em grão, o farelo de soja, o açúcar em bruto, as carnes de frango e bovina, o café e a celulose contribuem com US$ 46,5 bilhões deste montante, mostra levantamento feito pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) a partir de dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

O farelo de soja também ocupa posição de destaque no ranking exportador. Os embarques desse produto crescem 43% no acumulado de oito meses, na comparação com igual período de 2013. Este desempenho garantiu ao farelo de soja a quarta posição na lista dos produtos mais vendidos pelo Brasil no exterior. O segundo e terceiro lugares são ocupados, respectivamente, por minério de ferro e petróleo em bruto.

Índice de commodities tem queda de 1,34%

Os preços das commodities, produtos primários com cotação internacional, apresentaram queda de 1,34%, em agosto comparado a julho. Com o resultado, o Índice de Commodities Brasil (IC-Br), calculado mensalmente pelo Banco Central (BC), apresentou queda de 2,69% em 12 meses, encerrados em agosto. O IC-Br é calculado com base na variação em reais dos preços de produtos primários (commodities) brasileiros negociados no exterior. O Banco Central observa os produtos que são relevantes para a dinâmica dos preços ao consumidor no Brasil.

No mês passado, o segmento agropecuário (carne de boi, algodão, óleo de soja, trigo, açúcar, milho, café, arroz e carne de porco) apresentou queda de 2,24%. O preço das commodities do segmento de energia (petróleo, gás natural e carvão) caiu 1,45%, enquanto o de metais (alumínio, minério de ferro, cobre, estanho, zinco, chumbo e níquel) apresentou alta de 2,76%.

Em agosto, enquanto o IC-Br apresentou queda, o índice internacional de preços de commodities(CRB), calculado pelo Commodity Research Bureau, registrou alta de 0,65%. Em 12 meses, houve queda de 0,35%. (Agência Brasil)

Fonte: Jornal O Hoje

Safra 2014/2015 deve chegar a 200 milhões de toneladas
terça-feira, 9 de setembro de 2014

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O Ministro da Agricultura, Neri Geller, disse, nesta quinta-feira (4/9) que está “muito otimista” em relação ao desempenho da safra 2014/2015. Na avaliação dele, deve se confirmar a previsão de produção de 200 milhões de toneladas de grãos.

“Estamos muito otimistas com relação à próxima safra e bem modestos. Acho que se confirmam os 200 milhões de toneladas”, afirmou, em visita à Expointer, em Esteio (RS).

Fonte: Globo Rural

Clima e custos impõem cautela a produtores de soja do país no início do plantio
terça-feira, 9 de setembro de 2014

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Agricultores preparam-se para iniciar o plantio de uma safra recorde de soja no Brasil tendo a cautela como lema, em um momento de preços relativamente mais baixos, alto custo e clima desfavorável nas primeiras semanas da temporada.

O plantio em importantes estados produtores, como Mato Grosso, Paraná e Mato Grosso do Sul, pode ser feito a partir de 15 de setembro, data em que termina o vazio sanitário –período no qual não pode haver plantas vivas no campo, para evitar doenças como a ferrugem.

Fonte: Agrolink

A Agrex do Brasil é uma das melhores empresas para se trabalhar no Brasil.
quinta-feira, 28 de agosto de 2014

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Todos os anos, o Great Place to Work desenvolve uma pesquisa para saber quais as “Melhores Empresas para Trabalhar” em 53 países.

Esse ano, depois de analisar as 1.276 inscrições recebidas, o Great Place to Work Brasil e a Revista Época/Editora Globo colocaram a Agrex do Brasil no seleto grupo das 130 melhores empresas para se trabalhar em todo o país, na categoria Médio Porte – Multinacionais. A cerimônia de premiação do GPTW aconteceu dia 18 de agosto, no Espaço das Américas, em São Paulo.

Para a 18ª Edição do prêmio, foram utilizados dois questionários na pesquisa. No primeiro, os colaboradores responderam questões sobre a credibilidade, o respeito, a imparcialidade, o orgulho e a camaradagem presentes no ambiente de trabalho. O segundo questionário é respondido pela empresa que discorre sobre as práticas culturais da organização.

Por isso, a Agrex se orgulha tanto desse prêmio. Porque ele reflete a visão que os nossos colaboradores têm da empresa. É a confirmação de que estamos no caminho certo: confiando, incentivando e reconhecendo o valor de cada colaborador, que dá o melhor de si para fazer da Agrex do Brasil uma das melhores empresas do país.

Troca de insumos por grãos de novo em alta
quarta-feira, 13 de agosto de 2014

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Por Mariana Caetano | De São Paulo

As trocas de insumos por grãos em operações conhecidas como “barter”, que perderam força no país nos últimos anos, tendem a recuperar espaço na safra 2014/15, cujo plantio terá início em meados de setembro. Capitalizados após, pelo menos, quatro safras de boa rentabilidade (sobretudo com a soja), o que lhes permitiu usar recursos próprios na compra de sementes, fertilizantes e agroquímicos, os produtores brasileiros encaram agora um cenário de preços deprimidos e margens de lucro mais apertadas – o que reacendeu o interesse pela operação.

“Como deve sobrar menos dinheiro, é possível que o agricultor volte a procurar mais o barter”, afirma Ivan Sampaio, gerente de informação do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg). Nas contas da entidade, essa modalidade respondeu por 13% das vendas de defensivos agrícolas no Brasil no ciclo 2007/08, o equivalente a US$ 700 milhões. Na recém-encerrada safra 2013/14, porém, estima-se que esse percentual tenha ficado em meros 4%, ou US$ 460 milhões.

“Muitos produtores caíram fora do barter nos últimos anos, com exceção daqueles que continuaram a abrir [novas] áreas [de plantio] e usaram esse financiamento para não ficar com o caixa tão apertado no dia-a-dia”, diz Almir Dalpasquale, presidente da Aprosoja Brasil, que representa produtores de grãos. Parte dos agricultores também se incomodava com os pacotes de insumos oferecidos. “Às vezes, eles tinham de ‘engolir’ produtos que não queriam”.

O barter despontou na década de 1990, impulsionado pela escassez de crédito rural no Brasil. Desde então, indústrias de insumos, ao lado de revendedoras e tradings, passaram a oferecer esse tipo de financiamento. Na prática, o agricultor recebe os insumos e paga com os grãos a serem colhidos meses depois. O lastro da operação é a Cédula de Produto Rural (CPR), que os agricultores emitem como garantia de entrega.

Como as relações de troca são travadas na contratação, o barter permite que o produtor se proteja das oscilações de preço e câmbio do plantio à colheita, sem recorrer a instrumentos de hedge mais caros no mercado futuro. “Essa operação será sempre importante, mas o que acontecer em 2014/15 servirá para balizar muito do que vai acontecer daqui para frente”, diz Dalpasquale.

A consultoria FCStone já traduziu em números a piora esperada para 2014/15. A consultoria prevê que a rentabilidade média da soja em Mato Grosso ficará em 23% do valor da tonelada comercializada, a menor em cinco anos – em 2010/11, eram 36%. A Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), por sua vez, crê que a atual curva de baixa nos preços dos grãos complicará a vida dos produtores de soja e milho do país nas próximas duas safras, como já informou o Valor.

Diante desse cenário, a multinacional alemã Bayer CropScience, fabricante de sementes e defensivos e uma das mais importantes operadoras de barter no país, já percebe um maior interesse por esse tipo de financiamento na nova temporada. “Os relatos da nossa rede de distribuição apontam que cerca de 40% das vendas têm saído por meio de trocas, nível maior que nos últimos quatro anos”, afirma Matias Correch, diretor-executivo de finanças e administração da empresa no Brasil.

São os primeiros indicativos de uma reação, que ainda não ganhou contornos mais definidos porque o produtor postergou a compra de insumos. Normalmente, diz Correch, há uma procura significativa por insumos já em março, mas para o ciclo 2014/15 o movimento só foi sentido com mais força a partir de junho. “A decisão do ‘mix’ de culturas está mais difícil, o que atrasou a escolha das tecnologias pelo produtor”, afirma ele.

Ao retardar o fechamento das trocas, o produtor acabou perdendo melhores oportunidades de negócio, segundo Paulo Fachin, presidente da Agrex do Brasil (antiga Ceagro), que atua na comercialização de insumos e negociação de grãos. De acordo com Fachin, muitos produtores mostraram certa resistência em fazer barter quando o preço da soja caiu a US$ 12 por bushel na bolsa de Chicago, entre maio e junho. “A cotação já está mais de um dólar abaixo, então a relação de troca está muito pior atualmente”, conta.

Há cinco anos, 60% da comercialização de insumos da Ceagro era feita via barter. Na última safra 2013/14, o percentual caiu para 30% (pouco mais de US$ 100 milhões). “Os agricultores estão mais capitalizados que no passado, têm mais patrimônio, mas não sei o quanto estão preparados para um ciclo de maiores dificuldades”, observa Fachin.

O banco holandês Rabobank não chegou a sentir uma queda da procura pelo barter, mas viu desacelerar o ritmo de crescimento do negócio. “Outros players sentiram mais do que nós, porque ainda estamos formando nossa carteira de clientes”, afirma Ana Beatriz Passos, gerente de operações estruturadas da instituição no Brasil.

O banco começou a trabalhar com barter em 2008, financiando clientes das empresas de insumos, sejam produtores ou distribuidores. Desde então, a operação vinha avançando a taxas de 30% ao ano – mas, na temporada 2013/14, essa taxa deve ter ficado em 15% a 20%.

O Rabobank não revela quanto movimenta via barter, mas permanece firme com suas apostas na modalidade, que responde hoje por 50% da carteira de crédito ao segmento de insumos do banco no país. “Nossa expectativa é voltar aos 30% de crescimento anual em 2014/15”, afirma Ana Beatriz.

Fonte: Valor

Japão olha o futuro e releva PIB fraco do Brasil
quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Por Tatiane Bortolozi, Eduardo Laguna, Rodrigo Pedroso e Luciano Máximo | De São Paulo

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O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, defendeu que a América Latina é fundamental na estratégia japonesa

Com a missão de reforçar presença e investimentos no Brasil e não ficar muito atrás da China na América Latina, governo e empresários japoneses estão menos preocupados com o cenário brasileiro atual de baixo crescimento econômico e inflação em alta. Eles preferem concentrar suas energias no que a economia do país pode agregar a seus negócios no médio e longo prazo, embora tenham críticas parecidas às de empresas nacionais: questionam a alta e complexa carga tributária, a precariedade da infraestrutura (estradas, portos e aeroportos) e cobram melhor qualificação da mão de obra.

Durante o Fórum Econômico Brasil-Japão, evento organizado pela Jetro, agência de comércio exterior do Japão, Valor e Nikkei, que reuniu no sábado, em São Paulo, o primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, e cerca de 300 empresários japoneses e brasileiros, o presidente para a América Latina da Mitsubishi Corporation, Seiji Shiraki, disse que o Brasil tem uma economia promissora, para ser olhada no longo prazo, e que a multinacional pretende continuar investindo no país, sempre com estratégia de “décadas”.

“Não estamos aqui olhando para amanhã ou depois de amanhã. Não somos americanos, não queremos resultados em três meses. Estamos no Brasil há 60 anos e, queremos crescer nos próximos dez, 20 anos”, afirmou Shiraki. O executivo acredita que o atual momento da economia brasileiro será superado no médio prazo. “Nos últimos 12 anos do governo do PT, o PIB [Produto Interno Bruto] cresceu uma média anual de pouco menos de 3%. É um grande número. Para os próximos dez anos não será muito diferente, a economia brasileira é promissora”, reiterou Shiraki, acrescentando que vê oportunidades para a Mitsubishi crescer no país, principalmente nos setores automotivo, naval e agrícola.

Shiraki disse que a empresa tem planos de dobrar para 4 milhões de toneladas as exportações de grãos pelo Brasil, mas que as dificuldades e custos para levar todo esse volume aos portos é um entrave. Para solucionar os problemas de infraestrutura que encarecem os custos de logística das empresas, Shiraki apontou a necessidade de avanços nas parcerias entre governo a iniciativa privada em projetos como rodovias e portos. “Há um limite no que as empresas privadas podem absorver”, afirmou o executivo, ao comentar as Parcerias Público-Privadas (PPP).

O economista-chefe do Bradesco, Octávio de Barros, Barros disse que investidores japoneses compram entre 15% e 40% dos papéis de longo prazo emitidos por empresas ou pelo governo brasileiro, o que indica a confiança dos asiáticos na economia do Brasil num horizonte amplo. Ele defendeu que a cooperação do Japão à economia brasileira se concentre no desenvolvimento industrial do Brasil. “Tenho confiança que um intercâmbio pode ajudar muito na busca por maior competitividade da economia brasileira”, afirmou Barros, lembrando que o Japão absorve cerca de 4% das exportações brasileiras. “Esse percentual, porém, já chegou a ser de 6,5%”, acrescentou.

Os obstáculos, porém, também foram apontados. A crítica mais contundente foi feita pelo presidente do conselho de administração da Toyota, Takeshi Uchiyamada, que destacou o potencial de crescimento do mercado automotivo brasileiro, mas listou as dificuldades enfrentadas pela empresa. “A energia elétrica é cara demais, os impostos são altos demais. Isso tira competitividade da economia brasileira”, disse.

O executivo da Toyota, montadora que tem duas fábricas de carros no interior de São Paulo e está concluindo uma planta industrial que produzirá motores, também no interior paulista, cobrou uma política de desonerações e melhora da infraestrutura. “Precisamos fortalecer a competitividade e, enquanto indústria japonesa, vamos apoiar o Brasil para ajudá-lo a crescer”, declarou Uchiyamada.

Na mesma linha, Kosei Shindo, presidente da siderúrgica Nippon Steel & Sumitomo Metal Corporation, ressaltou a intenção de contribuir com investimentos no Brasil e citou a parceria com a Vale nas minas de Carajás, no Pará, e as embarcações para transporte de minério ValeMax, importantes para a redução do frete no transporte entre os dois países.

Seiji Shiraki, presidente para a América Latina da Mitsubishi Corporation: estratégia para o Brasil envolve décadas

As dificuldades de fazer negócios no país também vieram à tona. “Os tributos são extremamente complexos e há a questão da propriedade intelectual. Para o fortalecimento da indústria, precisamos de um ambiente melhor de formação de recursos humanos”, afirmou Shindo.

As declarações ganharam repercussão entre os executivos brasileiros. “As dificuldades apresentadas pelo presidente do conselho da Toyota, como burocracia, dificuldades de logística e muitos impostos são as mesmas vividas pela BRF “, afirmou Luiz Fernando Furlan, integrante do conselho de administração da fabricante de alimentos Brasil Foods (BRF) e ex-ministro do Desenvolvimento no governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Para Gerson de Mello Almada, sócio-diretor do grupo Engevix, as perspectivas para o crescimento da economia brasileira para este ano e 2015 são pessimistas. Em conversa com o Valor durante o Fórum Econômico Brasil-Japão, ele disse que há cautela na definição de investimentos para os próximos anos por parte da companhia, que atua em vários setores (energia elétrica, indústria de base, infraestrutura, petróleo e gás e químico e petroquímico).

“Olhamos [para a economia brasileira em 2014 e 2015] de forma pessimista, preferimos aguardar oportunidades antes de determinar nossos investimentos”, contou Almada. Como justificativa para expectativas negativas, ele citou “os desarmes nos setores elétricos e de petróleo e gás”, que prejudicaram os negócios da empresa. Almada mencionou que a Engevix Construções Oceânicas (Ecovix), unidade do grupo em Rio Grande (RS) que produz plataformas e navios para a indústria de petróleo, está há quatro anos sem novas encomendas. “Um negócio no setor naval vive de novos projetos, sem eles tivemos de cortar 20% da mão de obra”, acrescentou o executivo.

Responsável pelos investimentos e operação dos aeroportos de Brasília e São Gonçalo do Amarante, no Rio Grande do Norte, a Engevix aposta suas fichas, para 2014 e 2015, na infraestrutura. Almada citou como oportunidades projetos de parceria público-privada (PPP) em mobilidade urbana no Estado de São Paulo e obras de saneamento básico.

O plano do governo japonês é ampliar os laços econômicos não só com o Brasil, mas como toda a América Latina. “Não só missões de empresários serão mais frequentes ao país nos próximos anos. Ministros, secretários e outros quadros do governo farão visitas mais frequentes. A América Latina tem grande parte na estratégia de crescimento do Japão, que vê na maior inserção internacional um dos seus motores. A região é a que recebe o maior número de empresas nipônicas”, declarou o primeiro-ministro Shinzo Abe.

Depois de citar diversas vezes a palavra união, para descrever a diretriz que pretende adotar nas relações com os países latino-americanos, Abe disse três palavras em português – progredir, liderar e inspirar – que ele gostaria que fizessem parte desse novo esforço de aproximação.

 Fonte: Valor

Milho voluntário RR pode se tornar planta daninha para soja
sexta-feira, 1 de agosto de 2014

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As áreas agrícolas que adotaram nessa safra o sistema de produção que tem a soja seguida do milho safrinha RR terão um novo desafio, que é o de controlar a presença de milho voluntário RR. O problema ocorre pela impossibilidade de se controlar as plantas de milho com o herbicida glifosato, porque tanto a soja quanto o milho RR são resistentes a este herbicida. “Aqueles grãos de milho RR que sobrarem da colheita poderão germinar e se comportar como uma planta daninha para a cultura da soja”, alerta o pesquisador Fernando Adegas.

De acordo com Adegas, o poder de competição do milho voluntário é bastante elevado e pode causar redução de produtividade na soja. “Se houver duas ou três plantas por metro quadrado, o milho pode reduzir em até 50% a produtividade da soja”, confirma o pesquisador. Para quando ocorrer o problema, a indicação de Adegas é a de que os produtores controlem o milho com um herbicida que tenha um mecanismo de ação diferente do glifosato. “O ideal é fazer o controle antes da semeadura ou logo após a emergência da soja, quando as plantas do milho estão pequenas”, explica. Segundo Adegas, os graminicidas são uma alternativa para o controle de milho RR em lavouras de soja. No entanto, o pesquisador alerta que essa operação de controle, pode ter um custo mais elevado do que o controle de todo o complexo de plantas daninhas da soja, que normalmente utiliza o glifosato. “Outra opção de manejo é a utilização o método mecânico, ou seja, capinar as plantas de milho, quando estiverem pequenas”, explica.

No Brasil, muitas regiões produtoras de grãos adotam o sistema de produção que engloba a soja, o milho e o algodão. “Com o aumento na utilização de cultivares RR, o problema de manejo das plantas voluntárias tende a ser cada vez mais complexo no Brasil”, pensa Adegas. Nos Estados Unidos, por exemplo, como há neve no inverno, a tecnologia RR não apresenta, de forma agravada, esse problema, assim como na Argentina, onde não há tradição de cultivo subsequente. “Por isso, precisamos desenvolver mais conhecimento para as nossas condições, visando ter respostas adequadas para os produtores brasileiros”, pondera.

fonte: http://paulofachin.com.br/

PIB Brasil: mais uma vez, o agro salvando a lavoura
quarta-feira, 30 de julho de 2014

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O PIB do primeiro trimestre de 2014 foi assunto de muita discussão. Cresceu apenas 0,2% se comparado ao trimestre anterior, trazendo preocupações, devido, principalmente, as quedas no consumo das famílias, da indústria e dos investimentos. As previsões de crescimento em 2014 estão sendo revistas para baixo, variando entre  0,8 % e 1,90%, com mediana de 1,30%. Trata-se de crescimento muito inferior ao desejado e abaixo do previsto para outros países, tanto desenvolvidos como emergentes.

Mais uma vez, o agro impediu que o crescimento do PIB brasileiro fosse ainda mais desastroso. No primeiro trimestre, o agro cresceu 3,6% em relação ao trimestre anterior, graças, dentre outras, as safras de soja, arroz, feijão e algodão. Outros setores positivos foram produção de eletricidade, gás e água (1,4%), intermediação financeira, previdência complementar (1,2%), atividades imobiliárias e aluguel (0,9%), transporte, armazenagem e correio (0,8%) e indústria extrativa mineral (0,5%). No setor de serviços, setor de maior peso na economia, o crescimento doi de apenas 0,4%. A construção civil apresentou queda de 2,3%, a taxa de investimento foi de -2,1%, a indústria de transformação -0,8%, e o consumo das famílias -0,1%. Considerando o acumulado dos últimos 12 meses, o agro cresceu 4,8%, enquanto o PIB total foi de 2,5%.

Entretanto, o bom desempenho do agro não está sendo suficiente para evitar o pífio crescimento do PIB do Brasil. Considerando a variação no primeiro trimestre de 2014 em relação ao primeiro trimestre de 2013, o PIB brasileiro cresceu 1,9%, abaixo da China (7,4%), Peru (4,8%), Coreia do Sul (4,0%), Grã-Bretanha (3,1%), Japão (3,0%), Chile (2,6%), Estados Unidos (2,3%) e Alemanha (2,3%). O Brasil só superou o México (1,8%), África do Sul (1,6%), Portugal (1,2%), Rússia (0,9%), França (0,8%), Espanha (0,6%) e Itália (-0,5%).

As perspectivas não são animadoras para 2014. Certamente não será repetido o resultado de crescimento observado em 2013, de 2,5%, com o agro crescendo 7,3%. Mesmo com a estimativa do agro apresentar bom desempenho em 2014, não será suficiente para evitar que a economia brasileira cresça menos que seus principais competidores. O Brasil continuará a apresentar baixa eficiência e capacidade produtiva.

O agro deve continuar sendo o setor mais competitivo da economia brasileira, representando mais de 20% do PIB (cerca de 1 trilhão de reais) e com 41% das exportações, além de empregar de 25 a 30 milhões de pessoas (cerca de 30% da população economicamente ativa). A produção de grãos deve atingir 191 milhões de toneladas em 2014, mantendo taxa de crescimento de 4% ao ano. A expectativa é de que, no próximo trimestre, o agro mantenha a tendência crescente devido ao término da colheita da safra de verão e início da colheita da segunda safra e de algodão.

 

 

* José Otavio Menten, Eng. Agrônomo, Mestre e Doutor em Agronomia, Pós-Doutorados em Manejo de Pragas e Biotecnologia, Professor Associado da Esalq/USP, é presidente do Conselho Científico para Agricultura Sustentável (CCAS) e vice-presidente da Associação Brasileira de Educação Agrícola Superior (ABEAS).

Fonte: Sou Agro

 

 

28 de julho. Dia do Agricultor.
segunda-feira, 28 de julho de 2014

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Pesquisa busca gene ancestral do milho com resistência contra lagartas
quarta-feira, 23 de julho de 2014

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Cientistas suíços estão pesquisando o genoma de um milho ancestral para encontrar e recuperar características que conferiam resistência contra pragas. O objetivo é reintroduzir esses eventos no milho moderno, com o objetivo de repor uma defesa original do vegetal contra insetos e patógenos, divulga o CIB (Conselho de Informações sobre Biotecnologia).

De acordo com os pesquisadores, o milho moderno perdeu a habilidade de produzir um composto químico chamado E-β-cariofileno, liberado naturalmente por ancestrais da planta quando as raízes estavam sob ataque de lagartas. Essa substância atrai nematoides “amigáveis” que, por sua vez, matam as larvas da lagarta-da-raiz do milho (Diabrotica virgifera) em poucos dias.

O grupo de cientistas, liderados pelo Dr. Ted Turlings, da Universidade de Neuchâtel (Suíça), investiga se a restauração da emissão do E-β-cariofileno protegeria o milho moderno contra lagartas. Testes revelaram que uma espécie de milho transgênico (contendo um gene do orégano) produziu o composto químico constantemente, atraiu mais nematoides e sofreu menos com o ataque das lagartas-da-raiz.

“As ferramentas de defesa podem ser diretas, como a produção de toxinas, ou indiretas, a exemplo da produção de substâncias que atraem inimigos naturais dos herbívoros. Estamos estudando o teosinto, um ancestral do milho, para encontrar outras formas de proteção, que podem ter sido perdidas com a domesticação, com o objetivo de restaurá-las no vegetal moderno” completou o pesquisador suíço.

 

Fonte: agrolink.com.br

Brasil terá colheita recorde de grãos em 2014
quarta-feira, 16 de julho de 2014

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O Brasil terá neste ano uma colheita recorde de 192,5 milhões de toneladas de grãos, 2,3% superior a de 2013 (188,2 milhões de toneladas), segundo previsão divulgada nesta quarta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. (IBGE)

A produção de cereais, leguminosas e oleaginosas prevista para este ano com base nas visitas ao campo feitas pelos técnicos do organismo em junho supera em 0,1% à projeção de maio (192,4 milhões de toneladas).

A produção crescerá principalmente pela ampliação da área a ser colhida, que chegará este ano a 56,3 milhões de hectares, superfície em 6,6% maior que a de 2013 (52,9 milhões de hectares).

A soja, o milho e o arroz, nessa ordem os maiores cultivos no Brasil, responderão neste ano por 85,1% da área semeada e por 91% da produção total.

A área destinada à soja aumentará 8,6%, a dedicada ao arroz 0,3% e a cultivada com milho permanecerá estável.

A produção de soja alcançará 86,6 milhões de toneladas, um volume 6% superior ao de 2013, pois ‘os produtores investirão no plantio da leguminosa para aproveitar os preços compensadores praticados pelo mercado’, segundo o IBGE.

Por sua parte, a colheita de milho ficará em 76,3 milhões de toneladas, queda de 5,3% em relação a 2013, quando a colheita do cereal foi recorde graças às condições meteorológicas favoráveis e à cotação internacional elevada pelas perdas sofridas pelos cultivos nos Estados Unidos.

Em relação ao arroz, a produção chegará a 12,3 milhões de toneladas, crescimento de 4,3% em comparação com a safra de 2013.

O organismo calcula igualmente que a colheita de café será de 2,7 milhões de toneladas, redução de 6,3%, e que a de cana-de-açúcar somará 741,2 milhões de toneladas, crescimento de 0,3%.

Segundo as previsões realizadas em junho, entre os produtos cujas colheitas crescerão este ano se destacam, além de soja e arroz, algodão (26,5%), aveia (6,8%), cacau (4,3%), cevada (2,7%), mamona (196,9%), mandioca (9,5%) e trigo (37,7%).

Fonte: Exame

Mitsubishi turbina expansão da Agrex
quarta-feira, 9 de julho de 2014
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Fachin: “Esse crescimento é reflexo da base financeira mais forte e estruturada que ganhamos com os japoneses”

Um ano depois de ter o controle adquirido pela japonesa Mitsubishi, a empresa agrícola brasileira Ceagro, rebatizada como Agrex, registrou incremento expressivo em seu faturamento já na safra 2013/14 e traça planos ambiciosos de expansão para os próximos cinco anos.

A companhia, que atua na produção e comercialização de grãos, estima que sua receita consolidada tenha alcançado R$ 1,5 bilhão no ciclo encerrado em 30 de junho, 25% acima da temporada anterior (R$ 1,2 bilhão). “Esse crescimento é reflexo da base financeira mais forte e estruturada que ganhamos com os japoneses”, afirmou ao Valor Paulo Fachin, fundador da Ceagro e diretor-presidente da Agrex do Brasil.

A mudança na denominação da Ceagro, sediada em Goiás, tornou-se necessária na medida em que a expansão das operações criou um embate com empresas homônimas em várias regiões do país. “Estávamos numa disputa jurídica em que todo mundo tinha um certo direito sobre o nome”, disse Fachin. O nome Agrex já era usado pela Mitsubishi em seus negócios de trading em países como EUA e China, e a mudança no Brasil foi oficializada em janeiro passado.

A Mitsubishi se aproximou da Ceagro no começo de 2012, com a compra de 20% do capital da empresa. Em junho de 2013, a múlti ampliou sua fatia para 80% ao adquirir as ações que eram do grupo argentino Los Grobo e da gestora de investimentos Vinci Partners, que controlavam a Ceagro desde 2010. O valor da transação não foi revelado, mas especulações à época a estimaram em cerca de US$ 500 milhões. Fachin permaneceu com sua fatia de 20%.

Criada em 1995 como uma revendedora de insumos em Balsas, no Maranhão, a Ceagro contava inicialmente com apenas dois funcionários. Em quase vinte anos, espalhou-se por sete Estados e viu seu quadro de contratados saltar para 550 pessoas. Nesse intervalo, a empresa diversificou significativamente sua atuação, mas pelo menos 70% da receita ainda está concentrada na venda de insumos e na comercialização de commodities.

Hoje como Agrex do Brasil, a companhia tem 14 lojas focadas na venda de defensivos, fertilizantes e sementes, e tem investimentos próprios nesses dois últimos segmentos. Em Goiatuba (GO), mantém uma unidade produtora de sementes, e planeja iniciar a construção de outra planta do gênero em Lagoa da Confusão (TO), a partir de investimentos da ordem de R$ 15 milhões.

No mercado de fertilizantes, atua por meio da Península Norte, joint venture com a paranaense Península Fertilizantes que mistura adubos em São Luís (MA) e atende o Mapito (confluência entre os Estados de Maranhão, Piauí e Tocantins) e o leste de Mato Grosso.

Mas foi no segmento de trading que o controle dos japoneses produziu reflexos mais imediatos, com metas turbinadas de originação (compra de produtos para exportação). O objetivo é chegar, nos próximos cinco anos, a 5 milhões de toneladas de soja e milho originadas do Brasil, ante as atuais 1,2 milhão de toneladas – das quais menos de 20% vêm de produção própria.

No momento, a maior parte das cerca de 10 milhões de toneladas de grãos movimentadas pela Mitsubishi no mundo são oriundas dos EUA, mas a expectativa é que em até dez anos haja um “equilíbrio maior” com a oferta do Brasil, conforme Fachin. Ele evita dar detalhes sobre as projeções globais, mas circula no mercado a informação de que o plano da gigante japonesa é negociar um total de 20 milhões de toneladas de grãos até o fim da década.

As novas metas, entretanto, vêm com um pacote de benefícios, entre eles o grande respaldo financeiro da controladora e o maior acesso aos mercados compradores. “A rede que a Mitsubishi tem na Ásia nos dá segurança de poder continuar crescendo na originação e ter mercado do outro lado do mundo”, afirmou o executivo.

Nesse sentido, a Agrex do Brasil pretende ampliar a produção própria na próxima safra (2014/15), que começará a ser plantada em setembro. A expectativa é elevar em quase 35% a área com soja e milho, de 70 mil para 94 mil hectares. Esse aumento virá de áreas que a companhia abriu nos últimos anos em suas 24 fazendas, a maioria no Mapito.

A empresa planeja, ainda, estrear no plantio de algodão no oeste da Bahia este ano, com a semeadura de 1,3 mil hectares por meio de sua subsidiária Synagro, originalmente uma revenda de insumos. “Mas não temos um foco direcional no crescimento da produção própria. Crescemos mais quando surge uma boa oportunidade”, pondera Fachin.

Do lado de fora da porteira, a Agrex tem reforçado os investimentos em logística e armazenagem, com aportes de R$ 50 milhões a R$ 60 milhões por ano e foco na exportação pelo corredor do Norte do país. A empresa inaugurou na safra passada duas unidades de estocagem, em Querência (MT) e Gurupi (TO), que contribuíram para elevar a capacidade estática para cerca de 500 mil toneladas.

Além disso, a Agrex está construindo outro armazém com transbordo ferroviário às margens da ferrovia Norte-Sul, em Porto Nacional (TO), que absorveu aportes de R$ 25 milhões e deverá começar a operar em janeiro do ano que vem.

A obra foi estimulada por um contrato de longo prazo com a mineradora Vale na Norte-Sul, onde a Agrex já detém 105 vagões. A previsão da empresa é fechar 2014 com a movimentação de 500 mil toneladas. “Como temos crescido a taxas de 20% a 25% por ano, é fácil imaginar que chegaremos rapidamente a 1 milhão de toneladas nesse corredor”, disse Fachin.

Fonte: Valor Econômico

8º Tradicional Dia de Campo
terça-feira, 24 de junho de 2014

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Foi realizado no dia 31 de maio, na Fazenda Watanabe de propriedade do produtor Koji Watanabe na região de Montividiu – GO, o 8º tradicional Dia de Campo, com foco para materiais de milho Safrinha. O evento contou com a participação de mais de 350 pessoas, dentre produtores e consultores.

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Na ocasião, a Agrex do Brasil em parceria com a Agroeste expuseram seus materiais em um dos estandes, focando, neste momento, a comercialização na região.

Diversas empresas do mercado de híbridos de milho também expuseram seus materiais, tais como: Riber, Dow Agrosciences, Biogene, Morgan, Nidera e Pionner.

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Após a demonstração foi servido um grande almoço com churrasco, cervejada, sorteio de brindes e show aéreo para todos os presentes.

O evento foi um sucesso!

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O prêmio é nosso. O mérito é de todos.
quarta-feira, 18 de junho de 2014

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Uma das mais respeitadas pesquisas sobre o ambiente de trabalho, o Great Places to Work 2014, acaba de destacar a Agrex do Brasil como uma das melhores empresas para trabalhar.

Essa conquista reflete muito bem nosso espírito de trabalho em equipe, que é um dos grandes diferenciais da Agrex do Brasil. É graças a esta filosofia de trabalho, onde todos visam o bem comum, que cada colaborador Agrex se sente valorizado como profissional e como parte de um valor maior.

É por isso que a Agrex do Brasil investe na valorização das pessoas: sabemos que nossos colaboradores é que fazem a companhia ser ainda mais valorizada no mercado. Este é nosso grande patrimônio.

Projeto AMA o meio ambiente
segunda-feira, 16 de junho de 2014

AMAMEIOAMBIENTEAproveitando o clima do dia do meio ambiente, 5 de junho,  Ariela Fonseca – Analista Ambiental da Agrex do Brasil – ministrou uma palestra para as crianças do projeto AMA.

Várias questões ambientais foram abordadas, como destinação de resíduos, reciclagem e compostagem.

Ao final da palestra, todos plantaram, em saquinhos, sementes de árvores frutíferas, que posteriormente virarão mudas que serão plantadas na natureza.

Foi super produtivo! As crianças adoraram mais esse contato com a natureza. Até a próxima!

Contra Helicoverpa: Fiscais do Indea-MT recolhem benzoato de emamectina
segunda-feira, 9 de junho de 2014

contraHelicoverpa

O Instituto de Defesa Agropecuária do estado de Mato Grosso (Indea-MT) anunciou que seus fiscais recolheram praticamente todos os defensivos que continham o princípio ativo benzoato de emamectina no estado. A apreensão havia sido ordenada em liminar da Justiça Federal expedida no final do mês de abril proibindo o produto utilizado para o controle da Helicoverpa armigera.

O Indea afirmou ainda que tirou de seu site o ‘Termo de Autorização de Aplicação’, um documento para que o produtor rural solicitasse a liberação de importação do agroquímico junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Uma portaria do Mapa libera a compra do produto, mas o Ministério Público Federal tem empreendido uma verdadeira cruzada contra o benzoato de emamectina em diversos estados brasileiros.

O Governo Federal chegou a decretar estado de emergência Fitossanitária em Mato Grosso quando a Helicoverpa Armigera atingiu lavouras de soja, milho e algodão em 99 municípios do estado. “O produto tem uma eficiência incontestável e é legalizado em 77 países, entre eles alguns com alta restrição ambiental como o Japão, Holanda e Estados Unidos”, afirma Ronaldo Medeiros, coordenador de defesa sanitária vegetal do Indea.

“Cerca de 55 propriedades já tinham adquirido produto, em um total de 41 mil quilos. Nestas propriedades apreendemos 38.800 mil quilos do produto, que foi armazenado em local adequado com registro no Indea. Do total, 2 mil quilos já tinham sido utilizado pelos produtores. É importante ressaltar que o uso foi de forma legal, já que o decreto autorizava o uso, sendo que o manuseio foi feito de maneira correta com a embalagem devolvida na central mais próxima conforme manda a legislação”, explicou Ronaldo.

O Indea aguarda a decisão definitiva da Justiça Federal sobre o defensivo. “Encaminhamos toda a documentação e processo para a Procuradoria Geral do Estado. Estamos aguardando para orientar de forma legal os que adquiriram o produto e estão sofrendo com os prejuízos causados pela praga. Mas temos que cumprir a ordem judicial e a legislação”, conclui.

Fonte: agrolink.com.br

Soja atingirá cotação recorde este ano, afirma consultor.
segunda-feira, 2 de junho de 2014

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O baixo estoque de soja dos principais países exportadores é característica de um mercado que caminha para alta nos preços. Todos os anos em que se desenhou este cenário foram registrados recordes nas cotações, tendência que se aplica a 2014. A afirmação é do consultor de mercado, Liones Severo, que destacou o otimismo com as futuras cotações da oleaginosa durante o Circuito Aprosoja.

Para Severo, apesar de dependente do mercado americano, a valorização da soja brasileira acontecerá devido ao consumo, que extrapola a produção.  “Mesmo que os EUA aumente a produção de soja em 10 milhões de toneladas, este volume se diluirá facilmente no mercado internacional. O Brasil é atualmente o maior exportador de soja do mundo e se manterá no posto, já que não existem países com as mesmas características de expansão,” enfatiza.

Os anos de 2004, 2008 e 2012 foram citados por Severo como exemplos de períodos onde o consumo superou a produção, ocorrendo baixa nos estoques e recordes nos preços da oleaginosa. “Já exportamos neste ano 45 milhões de toneladas de soja. Os estoques estão baixos e é provável que o Brasil exceda no mercado internacional e falte soja no mercado interno”.

Segundo a gerente econômica da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Sistema Famasul), Adriana Mascarenhas, a política cambial pode favorecer as exportações do Estado. “Não existe em curto prazo cenário que valorize a moeda brasileira, isto deixa o país mais competitivo e mantém as exportações positivas”, destaca Adriana, ao alertar que no primeiro quadrimestre do ano as exportações da soja em grãos de MS cresceram 48% em relação ao mesmo período do ano passado, fazendo com que a renda se supere em 40%.

Fonte: Famasul

Governo aumenta em 14,8% valor destinado ao crédito rural.
quarta-feira, 28 de maio de 2014

Colheita de Soja

O Plano Agrícola e Pecuário (PAP) 2014/15, lançado pelo governo nesta segunda-feira, 19, disponibilizou aos agricultores um crédito rural de R$ 156,1 bilhões. O montante corresponde a um aumento de cerca de 14,8% em comparação com a safra anterior, quando foram autorizados R$ 136 bilhões.

O plano consiste em uma série de medidas de política agrícola para a safra que está por vir, abrangendo, entre outras áreas, crédito rural, apoio à comercialização e seguro rural. Um banner de divulgação no Ministério da Agricultura, montado no Palácio do Planalto, já apontava para o valor que seria divulgado. O valor anunciado faz parte de um ‘pacote de bondades’ preparado pelo governo para se reaproximar do agronegócio.

O Ministério da Agricultura informou que, dos R$ 156,1 bilhões disponibilizados, R$ 112 bilhões serão destinados ao financiamento de custeio e comercialização. Outros R$ 44,1 bilhões, de acordo com a Pasta, são para programas de investimento.

O ministério da Agricultura também informou que, no ciclo lançado hoje, o Programa de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) terá R$ 16,7 bilhões para custeio, comercialização e investimento, valor 26,5% superior ao da safra 2013/14.

A cerimônia de lançamento do plano ocorre no Palácio do Planalto, em Brasília, e tem a presença da presidente Dilma Rousseff e do ministro da Agricultura, Neri Geller.

Limite de empréstimo. O limite de empréstimo para custeio, por sua vez, subiu de R$ 600 mil para R$ 660 mil; já os de investimentos passaram de R$ 350 mil para R$ 400 mil. Outra diferença entre o PAP anterior e o lançado hoje é a “revitalização” do Moderfrota, voltado para financiar a aquisição de novas máquinas agrícolas. As taxas de juros para essa modalidade foi reduzida de 5,5% para 4,5%.

Colheita. O ministro da Agricultura afirmou que é esperada uma colheita de grãos de 200 milhões de toneladas para a safra 2014/15, o que representaria aumento de 4,6% sobre a atual safra 2013/14, estimada em 191,2 milhões de t. Afirmou, ainda, que o atual Plano Safra traz mais recursos para comercialização e investimento, além de “manter atenção especial ao médio produtor”.

Juros. O PAP 2014/15 prevê financiamento de R$ 132,6 bilhões com juros inferiores aos do mercado, de acordo com o Ministério da Agricultura. As taxas de juros mais baixas estão nas modalidades “armazenagem, irrigação e inovação tecnológica (4% a.a.)”, além de 5% para o crédito de armazenagem para cerealistas. Práticas sustentáveis terão juros de 5% e os médios produtores, de 5,5%. Já o financiamento para aquisição de máquinas e equipamentos agrícolas terá taxa de juros de 4,5% a 6%.

“A grande maioria das taxas de juros é equalizada pelo Tesouro Nacional”, disse Geller. “Mesmo com a Selic passando para 11%, o custeio do Pronamp e do Fundo de Defesa Econômica Cafeeira (Funcafé) aumentou só 1%”, comentou. Por último, Geller pontuou que “mais de 90% dos produtores” acessarão o Moderfrota, para a aquisição de novas máquinas agrícolas, com taxas de juros reduzidas de 5,5% para 4,5%. “Para as cooperativas conseguimos manter juros em 7,5% para o capital de giro”, finalizou.

Fonte: estadao.com.br/economia

Workshop Comercial Agrex do Brasil
segunda-feira, 26 de maio de 2014

WorkshopComercial

De 06 a 09 de maio aconteceu em Goiânia mais um workshop comercial Agrex do Brasil.

O principal objetivo foi o alinhamento entre a gerência e colaboradores comerciais e administrativos, para que pudessem ser esclarecidos os pontos que devem ser melhorados. Atendendo assim, as necessidades dos nossos clientes.

“Achei muito produtivo esse primeiro momento de entrosamento entre equipe comercial e administrativa, onde tivemos a oportunidade de destacar os pontos positivos e os pontos a serem melhorados para definição de estratégia para o novo ciclo. Também foi um momento onde a área administrativa teve a oportunidade de apresentar de maneira simplificada o principal objetivo da área, que é apoiar a equipe comercial no backoffice”

Luana Carvalho

Gerente Administrativo de Filiais

 

“É sempre uma ótima oportunidade poder interagir com os colaboradores da Agrex do Brasil, e o Workshop Comercial proporcionou este momento, tornando as relações entre os funcionários mais estreita e respeitosa. O diferencial desta edição foi a integração entre os departamentos Comercial e Administrativo de Filiais em um Brainstorming, onde foram levantados vários pontos de melhorias com foco no melhor atendimento aos nossos clientes. O curso de Formação Mercadológica em Soja, ministrado por Flávio França Jr (Safras & Mercado) foi uma oportunidade única para que pudéssemos entender melhor como são negociados os contratos de soja e como o preço de venda é determinado na Bolsa de Chicago. Eventos como este devem ocorrer com certa frequência para que possamos, todos juntos, caminhar e avançar para o crescimento sustentável da organização.”

Maurício Teixeira Graziano

Suprimentos

Acompanhe as notícias com quem entende do assunto.
sexta-feira, 23 de maio de 2014

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Durante toda sua vida profissional, Paulo Fachin sempre buscou a melhor forma para difundir conhecimento e experiência. No Blog do Campo, você encontrará uma ferramenta rápida e dinâmica, facilitadora do contato entre todas as pessoas que são encantadas pelo fascinante mundo dos agronegócios.

O blog está sempre atualizado e vale super a pena você conferir.

Então no perca mais tempo. Acesse: paulofachin.com.br e acompanhe as notícias do agronegócio com quem entende do assunto.

Agrex do Brasil marca presença no Agrobalsas.
quinta-feira, 22 de maio de 2014

Na semana passada, de 12 a 16 de maio, Balsas – MA recebeu a maior feira do agronegócio do Estado. A Agrobalsas apresentou alternativas de produção sustentável para pequenos e grandes produtores, além de realizar palestras, venda de máquinas e de implementos agrícolas.

Participamos da feira e recebemos, em nosso stand, produtores, parceiros e amigos. Apresentamos nosso portfólio para os participantes, reforçamos relacionamentos e fechamos excelentes negócios.

No dia 15, recebemos aproximadamente 600 convidados para a Tradicional Costelada da Agrex no espaço de eventos da feira. O evento contou com um cardápio de primeira, música boa e um público muito animado. Foi uma delícia! Foi um sucesso!

Parabéns a todos os envolvidos e até a próxima.

Expedição Safra encerra ciclo 2013/14 com evento em Curitiba
quinta-feira, 15 de maio de 2014

Com os índices da produção de soja e milho de verão consolidados em todo o Brasil, a Expedição Safra finaliza as sondagens de campo da temporada 2013/14, durante um evento especial que aconteceu na última quinta-feira (dia 8 de maio) em Curitiba. A conferência reúne autoridades e especialistas de todos os elos da cadeia produtiva para apresentação e análise dos números da temporada.

De acordo com os indicadores da Expedição, a colheita de soja atinge 87,1 milhões de toneladas. Ou seja, ultrapassa o recorde do ano passado em 5,2 milhões (t) ou 6%. Para o milho o cenário é de queda, devido à perda de área para a oleaginosa no verão. Considerando também a safra de inverno, que teve área reduzida diante de preços pouco remuneradores e problemas climáticos, o país está produzindo 75,5 milhões de toneladas do cereal em 2013/14. São 6 milhões (t) ou 7% a menos do que em 2012/13.

Soja e milho apontam para uma colheita nacional de grãos acima de qualquer outra já registrada. O país deve atingir 195 milhões de toneladas, considerando as 15 principais culturas. O agronegócio discute agora o que esses números representam e quais as tendências para 2014/15, com a perspectiva de nova expansão na área da soja.

O evento da Expedição Safra na capital paranaense também celebra o bom momento do mercado, onde os preços têm favorecido o produtor. A expectativa nacional, segundo os técnicos do projeto, é negociar com o mercado externo entre 45 e 48 milhões de toneladas de soja e 20 milhões de toneladas de milho. No caso da oleaginosa, o Brasil se consolida como líder mundial de exportação.

A Expedição percorreu, nesta safra, mais de 60 mil quilômetros em 14 estados brasileiros, nos Estados Unidos, Argentina, Paraguai e Uruguai. Nos próximos meses, as equipes vão visitar portos do Arco Norte do Brasil, para discussões e reportagens sobre logística e infraestrutura, e irão até a África, em um roteiro especial que investigará potencial e demanda do continente africano.

Fonte: Gazeta do povo

A Agrex apoia a educação
segunda-feira, 12 de maio de 2014

EJA 1

Em parceria com o SESI Itumbiara, estamos em processo de implantação do Programa de Educação de Jovens e Adultos (EJA) na filial de Goiatuba. O Programa tem como objetivo proporcionar ao aluno/trabalhador a formação básica necessária ao desenvolvimento de suas potencialidades, à sua autorrealização e ao preparo para o exercício pleno da cidadania.

No último dia 15, em Goiatuba, foi realizada uma palestra educativa sobre este Programa. Na ocasião, contamos com a participação de colaboradores das equipes do Jet Soja, ADM filiais, UMS e Operacional. Além de apresentar o EJA, o principal objetivo foi sensibilizá-los a respeito da importância de participar do programa, ressaltando os principais benefícios que serão alcançados ao concluir essa fase dos estudos.

Aproveitamos a ocasião para agradecer a participação de todos e o apoio dos respectivos gestores.

É a Agrex do Brasil contribuindo para mais este passo no desenvolvimento da carreira de quem faz deste time, cada vez mais, um time de sucesso.

Café pode desaparecer das montanhas de Minas Gerais.
quinta-feira, 8 de maio de 2014

CAFE

Os cafezais de montanha de Minas Gerais, responsáveis por uma grande parcela da produção brasileira, tendem a desaparecer do mapa de cultivo do país em uma ou duas décadas. Os elevados custos associados à impossibilidade da colheita mecanizada nas áreas de aclive são a principal causa; e isso acaba por acarretar uma desvalorização no valor das fazendas produtivas ali existentes.

A avaliação é da consultoria Informa Economics FNP, que já vê uma migração do café plantado nas montanhas para áreas que possuem uma topografia mais favorável, onde será possível a redução de custos com a mão de obra por meio da mecanização da colheita.

“Essas regiões, em 10 ou 20 anos, terão a produção reduzida a quase zero, e outras regiões vão crescer e compensar esse processo”, disse à Reuters o diretor técnico da Informa Economics FNP, José Vicente Ferraz.

Entre as áreas com possibilidade de receber o café que deixará de ser cultivado nas montanhas está o oeste da Bahia, onde a mecanização também exige uma escala de grandes propriedades para viabilizar o cultivo.

As despesas com mão de obra na cafeicultura, especialmente para a colheita, representam mais de 60 por cento dos custos totais da atividade, impactando diretamente nas margens dos produtores que cultivam café nas montanhas.

Minas Gerais, maior Estado produtor do Brasil, cultiva mais da metade dos cafezais em terras com topografia desfavorável à colheita mecanizada.

O Estado responde por cerca de metade da produção de café do Brasil, que é o maior produtor e exportador global da commodity.

 

Quer saber mais? Acesse: http://paulofachin.com.br/site/

Aniversário do Instituto Agrex
sexta-feira, 2 de maio de 2014

No dia 24 de abril aconteceu um evento para comemorar o aniversário de 04 anos do Instituto Ceagro/Agrex, 08 anos de Projeto AMA, e 10 anos de Projeto Hortas Comunitárias.

exposição de artesanatos

Nosso aniversário oficial foi no dia 20 de abril, no entanto, este ano, comemoramos no dia 24/04, coincidindo com a tradicional “Feira de Quinta” que acontece na praça do Banco do Brasil, na cidade de Balsas. Para a realização deste evento, contamos com a presença da TV local e também com a ajuda de voluntários.

horticultoras

Confira a programação do evento:

-Apresentação do coral  das crianças do Projeto AMA,

-Exposição e venda dos artesanatos confeccionados através dos cursos oferecidos pelo IC, na Casa do Aprendizado,

-Venda de hortaliças produzidas no Projeto Hortas Comunitárias,

-Apresentação do grupo de balé.

balé

O evento, que teve como principal objetivo divulgar o trabalho realizado pelo instituto Ceagro/Agrex, foi um sucesso! A gente espera a presença de todo mundo no ano que vem. Até lá!

Palestra com nutricionista no Projeto AMA
quinta-feira, 17 de abril de 2014

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A Srª Rosani Ottonelli – Nutricionista e voluntária – ministrou uma palestra para as crianças do Projeto AMA sobre a importância de uma alimentação saudável. Na palestra, a nutricionista apresentou às nossas crianças a Pirâmide Alimentar, mostrando o valor calórico dos alimentos servidos pelo Instituto diariamente. O Instituto Agrex tem preocupação em servir todos os dias, às crianças do Projeto AMA, uma alimentação saudável (frutas, sucos naturais, legumes, verduras, e hortaliças), garantindo-lhes um crescimento forte e saudável. É assim que cuidamos do nosso futuro.

Agrex do Brasil se destaca na Revista Dinheiro Rural
quarta-feira, 16 de abril de 2014

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Na edição de abril de 2014 da revista Dinheiro Rural, a Agrex do Brasil está presente com uma super matéria na sessão de agronegócios.

Assinada por Alécia Pontes, a matéria exibe a grandiosidade e os compromissos traçados pela Agrex ao longo do ano passado e a previsão para o próximo ano. O faturamento da companhia no ano de 2013 chegou a 1 bilhão de reais, e, para este ano, o planejamento é de um crescimento de 30%, com investimento de 300 milhões de reais.

Em volume de produção, a proposta é de que se dobre o volume de transações realizadas com grãos. E essa meta promete ser batida, a produtividade está em alta, nas terras mais produtivas da companhia, a soja chega a atingir 3,8 mil quilos por hectare.

É a Agrex do Brasil sendo reconhecida pelo sucesso que muitas mãos ajudam a construir. Obrigado a todos. Esse reconhecimento é todo nosso.

Juntos, somos mais. Juntos, somos Agrex do Brasil.

Regência dividida
segunda-feira, 14 de abril de 2014

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Contrariando as expectativas de um mês atrás, a colheita no Brasil rendeu cerca de 1 milhão de toneladas a menos, e nos Estados Unidos os estoques estão 280 mil toneladas mais baixos.

Essa dupla queda, relatada nesses últimos dias pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), fez com que o preço do bushel na Bolsa de Chicago se aproximasse de US$ 15.

Porém, esse quadro anima todo o setor produtivo, já que o aperto nas reservas indica a necessidade de importação, inclusive para o Brasil, país líder na produção do grão. Mas o momento é de cautela, o produtor brasileiro não tem grande garantia de que poderá aproveitar com louvor esse momento de pico.

As cotações internas da soja caíram no último mês, mesmo período em que o dólar caiu 6% frente ao real. No estado do Paraná, onde, em março, a saca chegou a R$ 63, houve significativo recuo, visto que em dezembro o preço médio passava de R$66.

Contudo, o mercado brasileiro se mostra dividido entre as tendências da oferta/demanda e a variação cambial interna. Com base em previsões de analistas, se o dólar chegar a R$2,50 até o fim do ano, as cotações da soja devem ser ainda mais influenciadas do que mostraram os novos relatórios monitorados pelo agronegócio.

MaToPiBa registra quebra, porém o ano vai ser de recuperação.
sexta-feira, 11 de abril de 2014

MaToPiBa_foto

O Brasil tinha, este ano, a chance de aliviar a quebra climática na produção de grãos. Esta quebra foi registrada principalmente no Sul, com recordes na nova fronteira agrícola do Centro-Norte.

No Maranhão, Piauí e Bahia também houve registro de queda na produtividade em função da irregularidade das chuvas e do calor. A região produz 10% da soja e 14% do milho de verão no Brasil e abrange também o Tocantins, onde a safra está melhor.

Mas o cenário é positivo, com um terço da área já colhida, Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia perdem 730 mil toneladas de soja e milho em relação ao potencial de plantio. Por outro lado, conseguem incrementar a produção em 5% na comparação com 2012/13, quando houve uma severa seca na nova fronteira agrícola.

A colheita segue a todo vapor. Os trabalhos de retirada dos grãos estão adiantados em relação ao ano passado, o que tende a favorecer a produção da segunda safra de milho. E a média da produção deve fechar pouco abaixo de 50 sacas por hectare.

Super Agrex Bom Jesus – PI
quinta-feira, 10 de abril de 2014

Após quatro rodadas do evento que passou pelo Centro-Oeste e Centro-Norte do Brasil, o Super Agrex teve sua edição final no dia 28/03, na cidade de Bom Jesus – PI. A quinta e última etapa contou com mais de 100 agricultores do estado.

EXPEDICAO SAFRA / SUPER AGREX - BOM JESUS - 28/03/14 - Economia

A palestra da noite ficou mais uma vez por conta do economista Thadeu Silva, da consultoria INTL Fc Stone, que mais uma vez falou sobre tendências do mercado de commodities agrícolas.

EXPEDICAO SAFRA / SUPER AGREX - BOM JESUS - 28/03/14 - Economia

Ao todo, mais de mil pessoas participaram das 5 edições deste evento, que marcou a virada da marca de Ceagro para Agrex do Brasil, como destacou o CEO da companhia, Paulo Fachin.

EXPEDICAO SAFRA / SUPER AGREX - BOM JESUS - 28/03/14 - Economia

No mais, o evento todo foi um sucesso. Agradecemos, principalmente, a todos que nos prestigiaram com sua presença em cada uma das edições. Sem vocês nada disso teria sido possível. Muito obrigado. Até a próxima.

EXPEDICAO SAFRA / SUPER AGREX - BOM JESUS - 28/03/14 - Economia

Super Agrex – Balsas – MA
quarta-feira, 9 de abril de 2014

No dia 27/03 aconteceu mais uma edição do Super Agrex. Dessa vez, foi a cidade de Balsas que recebeu o evento.

Na cidade onde começou a história da Agrex do Brasil, o evento obteve número recorde de participantes, mais de 300 pessoas marcaram presença nesta noite de troca de ideias, boas companhias e aprendizado.

EXPEDICAO SAFRA / SUPER AGREX - BALSAS - 27/03/14 - Economia

O palestrante Thadeu Silva, economista da consultoria INTL Fc Stone, falou sobre tendências do mercado de commodities agrícolas. Os produtores presentes puderam aproveitar o tema da palestra para traçar estratégias para a venda da colheita soja, que já está na reta final, no estado.

EXPEDICAO SAFRA / SUPER AGREX - BALSAS - 27/03/14 - Economia

 

O CEO da Agrex do Brasil, Paulo Fachin, forneceu a todos os presentes esclarecimentos sobre a mudança da marca de Ceagro para Agrex do Brasil.

EXPEDICAO SAFRA / SUPER AGREX - GUARAI - 26/03/14 - Economia

 

Após as palestras, todos os presentes puderam jantar ao som animado de uma banda de música sertaneja local.

EXPEDICAO SAFRA / SUPER AGREX - BALSAS - 27/03/14 - Economia

Como todas as anteriores, esta edição do Super Agrex foi um sucesso. Agradecemos a presença de todos e até a próxima.

Super Agrex – Guaraí-TO
terça-feira, 1 de abril de 2014

No último dia 26 aconteceu mais uma edição do Super Agrex. Dessa vez, a sede foi a cidade de Guaraí-TO.

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Mais de 100 pessoas compareceram ao evento que, mais uma vez, foi um sucesso.

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O palestrante dessa edição foi Thadeu Silva, economista da consultoria INTL Fc Stone, que falou sobre tendências e novidades no mercado de grãos. Foi um bate-papo muito proveitoso.

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Depois de um delicioso jantar, todos os participantes puderam se divertir ao som de uma banda local.

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A presença de cada pessoa tornou o evento mais especial do que nunca. Obrigado a todos!

E até a próxima.

Super Agrex em Canarana/MT
sexta-feira, 28 de março de 2014

Na última quinta-feira (13) aconteceu mais uma edição do Super Agrex. Dessa vez foi a cidade de Canarana/MT que recebeu o evento. Cerca de 100 pessoas, entre técnicos, produtores, e profissionais marcaram presença.

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Geovano Ceratti, consultor da FCStone, ressaltou as principais tendências para os mercados de soja e milho no curto e no longo prazo. “Como os estoques nos Estados Unidos continuam apertados, a soja tem atingido patamares mais elevados de preços”, disse. Esse quadro compensa o gasto extra que os produtores mato-grossenses estão tendo para administrar as atuais limitações logísticas

SUPER AGREX CANARANA 8Paulo Fachin, CEO da Agrex do Brasil, falou sobre a forma da atuação da empresa após a venda para o grupo Mitsubishi. O momento é de crescimento e prosperidade.

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Mais uma edição do Super Agrex que foi um sucesso. O evento ainda vai ter mais três edições.

Fique por dentro:

  • Guaraí TO (26/03)
  • Balsas MA (27/03)
  • Bom Jesus (28/03)
Mais uma fase concluída!
sexta-feira, 21 de março de 2014

A instalação das novas fachadas das sedes da Agrex do Brasil foi concluída com sucesso. Todas as filiais tiveram suas fachadas renovadas, estampando, a partir de agora, nossa nova marca.

Foi um grandioso trabalho conjunto de toda equipe que faz, a cada dia, a Agrex do Brasil ser mais completa.

Confira as fotos e veja como ficaram as nossas unidades!

Super Agrex em Rio Verde/GO
quarta-feira, 19 de março de 2014

O Super Agrex é um evento itinerante que tem por objetivo ser interativo, baseado no calendário de colheitas, com foco na troca de ideias, conhecimentos e experiências entre produtores da região, colaboradores e parceiros da Agrex do Brasil. Vários estados receberão o evento que teve início no dia 27/02 em Rio Verde/GO juntamente com a inauguração da filial.

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Aproximadamente cem pessoas, entre técnicos, jornalistas e especialistas ligados à cadeia do agronegócio, participaram do evento na unidade da Agrex do Brasil de Rio Verde/GO. Durante o encontro, Étore Baroni, especialista da consultoria FcStone, realizou uma palestra apontando tendências do mercado de soja e milho. Ele lembrou que a conjunta para a produção mundial da oleaginosa está semelhante à safra 2012/13, quando os Estados Unidos enfrentaram quebra climática. “Os estoques norte-americanos estão baixos, o que joga a responsabilidade para a América do Sul garantir os estoques finais mundiais”, salienta.

RIO VERDE 3

Na avaliação para a segunda safra, o diagnóstico de Baroni é de que a área de soja safrinha deverá ser restrita a 100 mil hectares no Paraná e 400 mil hectares em Mato Grosso, com potencial para produzir 1,2 milhão de toneladas. No caso do milho, ele avalia que o quadro de preços baixos já passou. “Na região de Rio Verde a expectativa para preços futuros é entre R$27 e R$28 por saca”, salienta.

RIO VERDE 4

Para o CEO Paulo Fachin, a abertura da nova unidade da Agrex do Brasil em Rio Verde / GO integra a estratégia de expansão da companhia no estado.

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O evento foi um sucesso!

Fique por dentro das próximas edições:

  • Guaraí – TO (26/03)
  • Balsas – MA (27/03)
  • Bom Jesus – PI (28/03)
Ceagro agora é Agrex do Brasil. E está de cara nova.
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

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Novo Acionista

Ceagro apresenta sua nova marca, nascida da união com a acionista e investidora, Mitsubishi Corporation. A Mitsubishi Corporation é global,  desenvolve e opera negócios através de praticamente todos os setores, incluindo agricultura e alimentos, com receitas de 214,9 bilhões de dólares no exercício findo em março de 2013. Com mais de 200 bases operacionais em 90 diferentes países ao redor do mundo, a Mitsubishi Corporation possui participações em mais de 500 empresas e emprega mais de 65.000 pessoas. Possui presença relevante na cadeia de grãos, atuando desde a originação, manuseio, transporte, processamento e distribuição de produtos agrícolas até a venda de produtos finais, visando atender a crescente necessidade por estabilidade na oferta de alimentos e segurança alimentar. Essa mudança amplia e muito nosso negócio e abrange parceiros e segmentos dos mais variados públicos.

Nova identidade visual

A marca diz muito sobre a empresa, suas características, valores e expectativas. Com o objetivo e a necessidade de crescer no mercado, a Agrex do Brasil apresenta sua nova identidade visual mantendo características essenciais à comunicação visual, onde o verde e o amarelo representam a produção agrícola nacional, e a força do potencial de trabalho é representada pela semente. E é com essa força e essa vontade de fazer sempre mais e melhor que a Agrex do Brasil se apresenta. Estamos de cara nova, mas a qualidade e o profissionalismo continuam os mesmos.

7ª Edição do Rally Ceagro
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

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O Rally Ceagro, em seu 7º ano, está no Centro-Oeste e Centro-Norte do país. A iniciativa foi desenvolvida com o objetivo de conhecer de perto a realidade local e discutir as potencialidades dessas regiões.

O Rally é um projeto que tem como foco apresentar soluções para a cadeia produtiva através do contato direto entre técnicos e fornecedores da Ceagro com os produtores rurais. Em locais pré-determinados, o Rally acompanha o desempenho da lavoura, apresenta novas variedades e novas tecnologias de cultivo.

Horizonte Terra Ceagro
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

O que é

O projeto Horizonte Terra é uma iniciativa que propicia aos clientes externos, clientes internos e parceiros a oportunidade de realizar experiências vivenciais através de visitas a instituições de interesse da Ceagro, localizadas tanto no Brasil quanto no exterior. O projeto deverá ter frequência pré-determinada e suas ações deverão estar congruentes com o PE, portanto igualmente deverão ser previstas no calendário de atividades anuais da Ceagro, bem como possuir dotação orçamentária.

 

Objetivo Geral

Desenvolver relacionamento com clientes de importância estratégica, à medida que possibilita o acesso a conhecimento técnico em áreas de interesse e amplia a experiência vivencial dos participantes, tanto na cultura quanto nos costumes, em países ou localidades do Brasil de relevância para o segmento em questão.

Goiânia sedia lançamento da Expedição Safra 2012/2013
quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

A Expedição Safra Gazeta do Povo foi lançada em 2005/06 com um roteiro que abrangia apenas o Paraná. Em sua sétima edição, com o tema “Da oferta à demanda, os desafios da produção”, o projeto vai chegar à Índia na temporada 2012/13.

Técnicos e jornalistas vão discutir a relação desse importante player com o Brasil e o mundo.

O roteiro vem sendo ampliado ano após ano. Passou a abranger 13 estados brasileiros – neste ano, o Pará será o mais novo destino das equipes –, de onde são produzidas reportagens e projeções técnicas (indicadores de plantio e colheita).

A Expedição realiza ainda, anualmente, incursões pelos Estados Unidos, Argentina e Paraguai, países que, pela produção e pela concentração de negócios, influenciam decisivamente o mercado de commodities agrícolas em que o Brasil está inserido.

Na última safra, além do roteiro consolidado (Brasil, EUA, Argentina e Paraguai), a Expedição Safra desembarcou na China, principal centro consumidor de soja do planeta. Além do continente asiático, foram percorridos quatro países da Europa (Alemanha, Bélgica, Holanda e França) no ciclo 2010/11. O trabalho mostrou os desafios que o setor produtivo brasileiro enfrenta para exportar grãos para a Uniao Europeia, a região importadora mais exigente do mundo.

O lançamento da Expedição Safra 2012/13 reuniu 120 produtores, empresários e lideranças do agronegócio na sede da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), em Goiânia.

 

Fonte: Portal Gazeta do Povo